- A greve geral já suprimiu 153 comboios da CP entre as 0h e as 16h de hoje, o que representa 19,3% dos 791 programados.
- No serviço de longo curso foram cancelados 17 dos 47 comboios; no regional, 67 dos 188 previstos; nos urbanos de Lisboa, 2 dos 363; no Porto, 63 de 172; e em Coimbra, 4 de 21.
- Para hoje, os serviços mínimos previa circulação de 25 comboios entre as 0h e as 16h, e todos foram realizados.
- A CP oferece reembolso total ou troca gratuita para bilhetes elegíveis (Alfa Pendular, Intercidades, Regional, InterRegional) com prazos até 15 minutos antes da partida, ou até 10 dias após o fim da greve.
- A paralisação de 3 de junho foi anunciada pela CGTP, com adesão esperada em vários setores; o Governo aprovou a proposta de revisão da lei laboral, estando a matéria a ser discutida no Parlamento.
A greve geral marcada para quarta-feira já levou à supressão de 153 comboios da CP entre as 0h e as 16h de hoje, 3 de junho. São 19,3% dos 791 serviços programados, segundo a CP – Comboios de Portugal.
No serviço de longo curso foram cancelados 17 dos 47 comboios previstos. No regional, 67 de 188 foram suprimidos, refletindo o impacto disperso pela rede.
Nos urbanos de Lisboa, 2 dos 363 programados deixaram de circular, enquanto no Porto ocorreram 63 cancelamentos entre 172. Em Coimbra, 4 dos 21 comboios programados foram suprimidos.
Serviços mínimos e condições de viagem
Para hoje, entre as 0h e as 16h, os serviços mínimos previam 25 comboios a circular, e esse reforço foi cumprido. A CP disponibiliza reembolso total ou troca por outro comboio da mesma classe para bilhetes afetados.
Os pedidos podem ser feitos online, via app CP ou nas bilheteiras. O reembolso poderá ser solicitado até 10 dias após o fim da greve, ou usar o formulário online de Reembolso por Atraso ou Supressão.
Contexto da greve e contexto político
A CGTP entregou um pré-aviso de greve para 3 de junho contra alterações à lei laboral. O Governo avançou com a proposta de revisão, que será discutida no Parlamento, após negociações com a Concertação Social terminarem sem acordo.
A paralisação deverá ter adesão alargada, com participação anunciada em sectores como função pública, saúde, ensino, transportes, aviação e comércio. A CP já tinha alertado para perturbações entre hoje e quinta-feira.
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