- O podcast do Poder Público não vai para o ar a 4 de junho, quinta-feira, feriado do Corpo de Deus.
- Pedro Passos Coelho criticou políticos do mainstream e afirmou que o original é sempre mais eficaz que a cópia, suscitando a dúvida sobre o alvo das críticas.
- No debate quinzenal com Luís Montenegro, surgiu a demissão de António Pombeiro, anterior secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna, e críticas à gestão de irregularidades no SIRESP.
- O Livre desafiou o Governo a retirar o pacote laboral, num contexto de greve geral em perspetiva.
- O relatório da Presidência Aberta na zona centro concluiu governação descoordenada durante tempestades; o Governo manteve silêncio, com dúvidas sobre a relação entre os dois palácios. O Poder Público regressa no dia 11.
O podcast Poder Público, moderado por Sónia Sapage, com participação de David Santiago, São José Almeida e Filipe Santa-Bárbara, adia a emissão prevista para o dia 4 de Junho, feriado do Corpo de Deus. A decisão foi comunicada ao início do episódio.
Passos Coelho, intervindo no lançamento do livro Constituição Fluida, criticou duramente políticos do mainstream que vestiram a casaca do populismo. Diz que o genuíno se manifesta de forma mais eficaz que o que é postiço, e que o postiço não fica com conteúdo. A quem se dirigem estas palavras permanece em questão.
Debate quinzenal e demissão no Governo
Na quarta-feira realizou-se o debate quinzenal com Luís Montenegro, com o tema da demissão de António Pombeiro, antigo secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna. Pombeiro saiu após alegadas irregularidades ligadas ao tempo de liderança de Paulo Viegas Nunes no SIRESP.
Luís Neves defendeu a seriedade de Viegas Nunes, enquanto José Luís Carneiro também saiu em sua defesa. O episódio deixa fragilizado quem? O Livre lançou o desafio ao Governo para retirar o pacote laboral, num contexto de greve geral em cima da mesa.
Desfecho da Presidência Aberta e tendência de governação
No mesmo debate, discutiu-se o relatório dos serviços de Belém sobre a primeira Presidência Aberta na zona centro. Conclui que a governação durante tempestades foi descoordenada e pouco clara, e o Governo manteve silêncio frente aos resultados. Pergunta-se se há mal-estar entre os dois palácios.
Os minutos finais do episódio abordaram o Público e Notório. O Poder Público regressa no dia 11.
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