- O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, garantiu cooperação leal com as autoridades judiciárias após buscas na sede nacional do PS, em Lisboa.
- As autoridades disseram que o PS não era visado e que as diligências visam assegurar a legalidade; Carneiro afirmou ter conhecimento dos factos muito escasso.
- Disse que, se houver crimes, os responsáveis devem ser responsabilizados, e o PS manterá posição ao lado das autoridades para cumprir a legalidade.
- Sobre a possível detenção do assessor Duarte Moral, Carneiro afirmou não ter mais informações além das divulgadas pela comunicação social e não se pronuncia sem falar com os visados.
- Sobre Miguel Coelho, o líder socialista comentou a suspensão do mandato de deputado da Assembleia Municipal de Lisboa, dizendo não ter mais informações além das transmitidas pelas autoridades aos funcionários do PS.
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, afirmou que o partido vai cooperar de forma leal com as autoridades judiciais, após as buscas ocorridas na sede nacional em Lisboa. Carneiro disse que as diligências não visam o PS e que o conhecimento dos factos é ainda escasso.
As autoridades indicaram aos jornalistas que o PS não é visado pela investigação, segundo o líder socialista. Carneiro defendeu a defesa da legalidade em todos os níveis de responsabilidade do partido.
Carneiro reforçou que o processo está em curso e que é preciso aguardar o apuramento de responsabilidades. “Se houver crimes, os responsáveis devem ser responsabilizados”, afirmou, mantendo o foco na legalidade.
Cooperação com as autoridades
O secretário-geral disse que o PS vai colaborar com as autoridades para esclarecer os factos, sem comentar detalhes não tornados públicos. Reiterou o compromisso com o cumprimento da lei.
Situação de Duarte Moral e Miguel Coelho
Sobre a possível detenção do assessor Duarte Moral, Carneiro afirmou não ter informações além das já divulgadas pela comunicação social. Questionado, não comentou sem falar com as pessoas visadas.
Quanto a Miguel Coelho, ex-presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior e atual deputado municipal, Carneiro disse não ter informações adicionais. Disse apenas que soube o que as autoridades transmitiram aos funcionários do PS.
Miguel Coelho foi presidente entre 2023 e 2025, estando envolvido no processo por atos ocorridos nesse mandato, segundo o caso em curso. O partido aguarda atualizações oficiais para prosseguir com as diligências.
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