- O primeiro-ministro defendeu a reforma laboral perante críticas da oposição, incluindo Passos Coelho, descrevendo-a como uma “evolução”.
- O debate ocorreu numa antevisa de nova greve geral contra o pacote laboral do Governo.
- Luís Montenegro classificou o Governo como de “corredores de endurance” durante a resposta às críticas.
- Montenegro afirmou não ter conhecimento de qualquer tentativa de ocultação do relatório do SIRESP.
- A discussão aconteceu num contexto de oposição da esquerda e do Chega ao pacote e às medidas do Executivo.
Na antecâmara de uma nova greve geral contra o pacote laboral do Governo, o primeiro-ministro defendeu a reforma junto das bancadas da esquerda e do Chega. Luís Montenegro caracterizou a medida como uma evolução do quadro económico e laboral.
Num debate quinzenal, o chefe do Governo respondeu a Pedro Passos Coelho, que na véspera criticou o ritmo da atividade política. A intervenção ocorreu em contexto de pressão social e institucional.
Montenegro reiterou que não tem conhecimento de qualquer tentativa de ocultar o relatório do SIRESP, mantendo a posição de transparência sobre o processo.
Reações da oposição
A oposição, incluindo as bancadas de esquerda, criticou o ritmo de execução da reforma laboral e pediu maior clareza sobre impactos e prazos. Passos Coelho voltou a chamar a atenção para a necessidade de rapidez nos atos políticos.
O debate também serviu para esclarecer dúvidas sobre o conteúdo do relatório do SIRESP, com o Governo a defender que não houve ocultação de informações relevantes. As perguntas marcaram o desenrolar da sessão parlamentar.
Entre na conversa da comunidade