- O ex-primeiro-ministro português criticou políticos do mainstream que vestiram a casaca do populismo.
- Afirmou que o original se revela mais eficaz do que a cópia e que o postiço acaba sem conteúdo.
- Em presença de André Ventura, discutiu o “ritmo” da atividade política.
- Defendeu uma postura antipolíticas identitárias e foi duro com a imigração.
- Alertou que, ao ritmo atual, poderemos passar a não falar do povo português nem da cultura portuguesa.
Pedro Passos Coelho criticou hoje a forma como alguns políticos do mainstream assumiram a casaca do populismo, segundo relatos de um discurso em que não foram identificados nomes específicos.
O ex-primeiro-ministro apontou que o original, quando comparado com a cópia, se impõe pela eficácia, enquanto o postiço fica sem substância. A afirmação foi proferida de forma direta e sem rodeios, num tom de crítica à atual classe política.
No decorrer do discurso, Passos Coelho abordou questões ligadas à imigração e ao movimento woke, assumindo uma linha dura sobre a matéria. O alvo indireto incluiu a percepção de que as tendências identitárias dominariam o debate público.
Entre os presentes estava André Ventura, que assistiu ao que foi descrito como uma reflexão sobre o ritmo da atividade política. O ex-primeiro-ministro questionou a direção do debate público e o papel das políticas de integração.
As observações viraram um aviso sobre o que o político entende como erosão de identidade nacional, segundo fontes presentes no evento. O discurso não detalhou planos legislativos nem propostas específicas para implementar as críticas.
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