- O ministro da Administração Interna, Luís Neves, defende o general Paulo Viegas Nunes na liderança do SIRESP.
- Afirma que não há qualquer facto que belisque a idoneidade, seriedade e transparência de Viegas Nunes.
- Garante que não é pressionável.
- Diz estar ansioso por ir ao Parlamento dar explicações.
- Acrescenta que teria vergonha se não tivesse tomado as decisões que tomou.
O ministro da Administração Interna defendeu publicamente a nomeação do general Paulo Viegas Nunes para presidir à rede SIRESP, assegurando que não existem factos que comprometam a sériaidade e a idoneidade do indicado. O titular da pasta reiterou a confiança na integridade do processo.
Segundo o governante, não há qualquer elemento que belisque a forma transparente com que Paulo Viegas Nunes tem exercido funções na Administração Pública, no meio militar e na organização SIRESP. A defesa ocorreu no contexto de dúvidas suscitadas sobre a nomeação.
O ministro acrescentou que está ansioso por ir ao Parlamento apresentar explicações sobre o tema e que não se sente pressionável. Foi ainda sublinhado que as decisões tomadas visaram salvaguardar a gestão e a operacionalidade da SIRESP.
A comunicação aconteceu numa altura em que Paulo Viegas Nunes é visto como figura central na liderança da rede de comunicação de emergência. Não foram fornecidos detalhes adicionais sobre questionamentos ou eventuais agendas de fiscalização.
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