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Livre pede auditoria da IGF sobre o 1º mandato de Viegas Nunes no SIRESP

Livre quer auditoria da IGF ao primeiro mandato de Paulo Viegas Nunes na SIRESP, antes de audições, após demissão de Pombeiro por alegadas irregularidades

Rui Tavares no debate sobre os incêndios
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  • O partido Livre pediu conhecer o relatório integral da Inspeção-Geral de Finanças (IGF) que avaliou o primeiro mandato de Paulo Viegas Nunes na presidência da SIRESP, antes de audições parlamentares.
  • A demanda surge na sequência da demissão de António Pombeiro, secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), que alegou graves irregularidades na gestão da SIRESP.
  • Paulo Viegas Nunes regressou à presidência da SIRESP, empresa que gere o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), após o relatório da IGF sobre o período 2022-2024.
  • O ministro da Administração Interna, Luís Neves, afirmou ter total confiança em Nunes e disse que não foram apontadas ilegalidades, apenas desconformidades procedimentais já corrigidas.
  • Rui Tavares, porta-voz do Livre, disse que o partido apoiará audições parlamentares e defendeu trazer o SIRESP para o domínio público para poupar custos e evitar interesses de operadoras.

O partido Livre pediu uma auditoria da IGF relativa ao primeiro mandato de Paulo Viegas Nunes na presidência da SIRESP. A posição foi expressa na segunda-feira, em Lisboa, por Rui Tavares, porta-voz do partido, que pretende conhecer o relatório integral da IGF antes de eventuais audições parlamentares. A iniciativa surgiu na sequência de declarações sobre irregularidades alegadas.

António Pombeiro, secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna, demitiu-se alegando graves irregularidades na gestão da SIRESP durante o mandato de Viegas Nunes, que regressou recentemente à presidência da empresa que gere o sistema. O MAI indicou que está em curso uma avaliação das acusações e que a relação com a gestão da SIRESP fica sujeita a escrutínio.

O ministro da Administração Interna, Luís Neves, afirmou ter total confiança em Viegas Nunes e referiu o relatório da IGF, que analisou o período de 2022 a 2024 na presidência da SIRESP, sem apontar ilegalidades. Foram identificadas apenas desconformidades procedimentais que játeram sido corrigidas, segundo o ministro.

Pedido de auditoria da IGF

Rui Tavares reiterou o apoio à audição parlamentar sobre a matéria, desde que o relatório integral da IGF seja conhecido previamente. O porta-voz destacou a importância de esclarecer as alegações sobre a gestão de fundos públicos, contratos e decisões que envolvem o erário, especialmente no contexto do SIRESP. O Livre também defende que a esfera pública avance no domínio da infraestrutura para evitar influências de operadoras.

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