- O presidente do Chega, André Ventura, anunciou que vai votar contra a proposta de reforma laboral na generalidade caso o texto não seja alterado.
- Ventura afirmou, numa conferência de imprensa na sede do partido em Lisboa, que é a versão que conhecem e, por isso, não a apoiam.
- Até ao momento, o Governo não transmitiu sinais de que vá alterar a proposta; o Chega diz ter recebido um mandato de reprovar no Conselho Nacional.
- O Conselho Nacional do Chega propôs, por unanimidade, a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado apresentadas pelo Governo.
- O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, garantiu que o PS votará contra o pacote laboral na generalidade; se Chega e PS votarem contra, o diploma é rejeitado pelo Parlamento.
O presidente do Chega, André Ventura, anunciou que vai votar contra a proposta do Governo na generalidade se o texto atual não for alterado. A conferência de imprensa decorreu na sede do partido, em Lisboa. Motivo: a versão apresentada é a que o Chega conhece, sem sinais de alterações.
Ventura afirmou que o Governo não transmitiu sinais de mudança e que o Chega recebeu, no Conselho Nacional, um mandato claro para reprovar a legislação laboral. O órgão decidiu, por unanimidade, rejeitar a reforma laboral proposta pelo Executivo.
O líder do Chega voltou a criticar o Governo de Luís Montenegro, dizendo que o Chega pode ser o travão necessário. No mesmo dia, o PS confirmou que votará contra o pacote laboral na generalidade, segundo José Luís Carneiro.
Contexto parlamentar
Caso Chega e PS votem contra, o diploma poderá ser rejeitado pelo Parlamento, também sem acordo na Concertação Social. O cenário atual mantém o foco na oposição à proposta, para além do debate técnico.
Fontes: agência Lusa, JN.
Entre na conversa da comunidade