- O presidente da Câmara de Viseu, João Azevedo, venceu as eleições e pôs fim a mais de três décadas de poder social-democrata.
- Identificou problemas que o deixam preocupado: a execução de fundos comunitários é uma catástrofe, com risco de perder milhões de euros.
- Não havia planeamento de projetos; apenas dois ou três tinham financiamento, e havia projetos apenas para aquilo que não tinha financiamento.
- A equipa está a planear e a lançar novos concursos para inverter o cenário.
- O objetivo é colocar Viseu na primeira divisão das grandes cidades portuguesas, com capacidade para responder rapidamente a questões públicas e privadas.
João Azevedo assumiu a presidência da Câmara de Viseu, prometendo colocar a cidade na primeira divisão das grandes urbes portuguesas. A tomada de posse ocorreu após vencer o escrutínio municipal, em contexto de mudança de liderança.
Na primeira análise pública, o autarca admitiu problemas graves na gestão anterior. A execução de fundos comunitários é descrita como uma “catástrofe” com risco de perder milhões de euros. Não havia planeamento claro de projetos e apenas alguns tinham financiamento.
Afirmou ainda que o concelho enfrentava décadas de atraso. Não existia uma estratégia eficaz para responder a necessidades públicas e privadas. Azevedo disse que, a partir daqui, vão planear e lançar novos concursos para recuperar terreno. O objetivo é transformar Viseu e responder rapidamente aos desafios locais.
Dificuldades na gestão de fundos comunitários
Afirmou que a situação financeira e organizativa exige mudanças rápidas. O Presidente referiu a necessidade de melhores mecanismos de planeamento para evitar novos atrasos em obras e serviços. O objetivo central é reforçar a capacidade de execução da Câmara.
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