- O presidente do PSD e recandidato à liderança, Pedro Montenegro, afirmou que o partido vai forçar as formações a revelarem-se no momento de votar reformas do Estado.
- A mensagem foi transmitida horas depois de Montenegro entregar a moção de estratégia da sua recandidatura, nas eleições diretas de 30 de maio.
- Criticou quem pede reformas, mas não as faz “na sua casa ou no seu setor”, dizendo que há resistência corporativa e politicians que só falam.
- O Governo disse estar disponível para aprofundar e discutir opções, mas não para manter o que existe, desafiando quem se esconde atrás de burocracia e regras.
- Como contexto político, o líder do Chega, André Ventura, anunciou que o partido votará contra a nova lei de organização do Tribunal de Contas, que vai a debate no parlamento.
Montenegro, presidente do PSD e recandidato, avisou hoje que o partido vai forçar os restantes a revealed their positions na votação de reformas do Estado, criticando quem pede mudanças sem atuar na sua própria área. A declaração foi feita no âmbito da entrega da moção de estratégia da sua recandidatura.
O tema surge pouco depois de o líder do Chega, André Ventura, anunciar que o partido vai votar contra a nova lei de organização do Tribunal de Contas, que está prevista para ser debatida no Parlamento na quarta-feira. O apelo à disciplina de voto envolve o contexto político atual.
Montenegro afirmou que o Governo está disposto a aprofundar e discutir as opções de reformas, mas não aceitará manter o status quo. O remark: resistências corporativas devem ser enfrentadas e políticos sem coragem devem ser desafiados, sem citar casos concretos.
O líder do PSD criticou ainda a prática de promover reformas apenas de fachada, ou apenas em setores que não gerem reação pública. Disse que o país precisa de decisões claras, com os partidos a revelar as suas posições no momento relevante em termos de votações.
A mensagem final foi de que haverá um esforço para obrigar a clarificar, durante o debate de transformações, quem está de acordo ou contra, evitando constantes atrasos. Montenegro sublinhou que o tempo de resistências não será ilimitado.
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