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Carneiro defende investir na formação para responder à IA

Carneiro defende formação para IA e transição digital, com novo modelo de financiamento das escolas profissionais e mais acesso ao ensino superior

José Luís Carneiro visitou nesta segunda-feira a escola Secundária Gonçalves Zarco, em Matosinhos
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  • O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, defende investir na qualificação e reconversão das competências para enfrentar os desafios da inteligência artificial e da transição digital.
  • Propõe ao Governo um novo modelo de financiamento para as escolas profissionais e melhores condições de acesso ao ensino superior para quem segue a via profissional.
  • Aponta uma desconformidade entre a oferta profissional e as necessidades das empresas, defendendo agendas de empregabilidade no país.
  • Durante a visita à Escola Secundária Gonçalves Zarco, em Matosinhos, disse existir atraso nas transferências do Estado para as escolas profissionais, que se veem obrigadas a recorrer a empréstimos. Exige financiamento com recursos nacionais e europeus.
  • Salientou que existem 140 mil jovens em Portugal que não estudam nem trabalham, criticando que o Governo prioriza temas ideológicos em vez de responder a estas questões.

José Luís Carneiro, líder do PS, defendeu nesta segunda-feira que o Governo deve investir na qualificação e reconversão de competências para responder aos desafios da inteligência artificial e da transição digital. A intervenção ocorreu durante uma visita à Escola Secundária Gonçalves Zarco, em Matosinhos.

O secretário-geral socialista afirma que apenas com formação é possível enfrentar a evolução tecnológica. Apontou a formação profissional como instrumento-chave para uma economia mais produtiva e para colmatar as incompatibilidades entre oferta educativa e necessidades empresariais.

Carneiro mencionou atrasos na transferência de verbas para as escolas profissionais, registados na Rota pelo Ensino e Formação Profissional. Defende um novo modelo de financiamento com fontes nacionais e europeias para evitar endividamento das escolas.

Desafios e ações

O político pediu ainda um alargamento do acesso ao ensino superior a quem conclui o ensino profissional, visando reduzir a lista de 140 mil jovens em Portugal sem estudo nem trabalho. Segundo o socialista, a prioridade é responder a estas jovens oportunidades de vida.

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