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Porto apresenta reforma de trânsito para resolver caos automóvel

Câmara do Porto avança com estudo da Via de Cintura Externa para enterrar o tráfego na avenida AEP, abrindo espaço pedonal e áreas verdes

Imagem virtual do que se pretende para o nó de Francos e zona industrial
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  • A Câmara do Porto vai custear estudos para a Via de Cintura Exterior (VCE), entre a VCI e a Circular Regional Exterior do Porto (CREP), com apresentação prevista em cerca de um ano.
  • O projeto prevê um túnel entre a ponte da Arrábida e a avenida AEP e o soterramento do trânsito na AEP, criando uma área pedonal e arborizada na superfície.
  • O objetivo é resolver o “nó górdio” de Francos, com o aval do Governo dado recentemente pelo primeiro-ministro.
  • A ideia de enterrar a AEP e criar um distrito económico-empresarial com parque habitacional foi apresentada na campanha por Nuno Cardoso, com um investimento estimado de 70 milhões de euros.
  • Também se considera a possibilidade de cobrir trechos da VCI com coberturas ajardinadas e ligações pedonais, ainda sem base orçamental, acompanhadas de medidas graduais como redução de velocidade e tarifas de transportes públicos.

O Porto anunciou um conjunto de medidas de mobilidade para resolver o gargalo do trânsito. O plano prevê uma Via de Cintura Externa (VCE) entre a VCI e a CREP, um túnel entre a ponte da Arrábida e a avenida AEP, e o soterramento do tráfego na AEP, com uma área pedonal e arborizada acima.

A Câmara financiará os estudos para a VCE, com apresentação prevista em cerca de um ano. O presidente Pedro Duarte descreve o projeto como transformador e visando o nó de Francos. O Governo, na semana passada, já apoiou a iniciativa, segundo fontes municipais.

Desdobramentos e próximos passos

A ideia nasceu na campanha de Nuno Cardoso e foi cedida à autarquia. O orçamento apontado inicialmente era de 70 milhões de euros para o bairro industrial, com criação de um distrito económico e parque habitacional. A Câmara avalia também coberturas da VCI, sem base orçamental definida.

No debate na Câmara, Manuel Pizarro questionou a prioridade da expansão do Metro. Miguel Corte-Real pediu cronograma para evitar falsas expectativas. A CDU criticou a ausência de discussão prévia. Duarte assegurou que nada está ainda decidido e que a solução técnica será estudada.

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