- Tiago Oliveira demite-se da liderança da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) por motivos de natureza pessoal.
- O anúncio ocorre após oito anos no cargo, desde a criação da AGIF em 2017, nomeado pelo governo de António Costa.
- Em carta aos trabalhadores, o engenheiro expressa orgulho pelo trabalho realizado e afirma que vai prosseguir a missão “sob outras formas”.
- Mantém o compromisso de contribuir para que Portugal reconheça a floresta e a silvo-pastorícia como recursos estratégicos.
- A exoneração entra em vigor no dia 16 de maio, com o pedido já formalizado ao ministro da Agricultura.
Tiago Oliveira demitiu-se da liderança da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) por motivos de natureza pessoal. O anúncio surge após oito anos no cargo, desde a nomeação pelo governo de António Costa em 2017.
Numa carta dirigida aos funcionários da AGIF, de que o Observador teve acesso, o engenheiro afirma sentir grande orgulho pelo trabalho realizado e garante que vai prosseguir a missão de outras formas. Refere ainda manter o compromisso em reconhecer na floresta e na silvo-pastorícia recursos estratégicos para Portugal protegido de incêndios rurais.
A exoneração foi apresentada ao ministro da Agricultura no decorrer de março, com efeito a partir de sábado, 16 de maio. Não foram avançados detalhes sobre substituição ou planos de transição.
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