- A Câmara de Gaia afirma que as 93 chefias criadas decorrem de obrigação legal e são, quase na totalidade, de funcionários/quadros já integrados, sem onerar as finanças municipais.
- A anulação de 136 carreiras (Técnico Superior, Assistente Técnico, Assistente Operacional e Bombeiro Sapador) visa poupar o orçamento da autarquia no primeiro ano de mandato.
- Segundo o Executivo, as admissões futuras serão programadas com critérios de rigor na gestão de recursos humanos, sem impacto financeiro imediato.
- O comunicado explica que as nomeações em início de mandato eram precárias e agora deverão ficar legitimadas por concursos internos.
- A decisão surge após a publicação no Diário da República de notícias sobre o cancelamento de concursos para 136 vagas, em paralelo com anúncios de 70 chefes e 23 diretores.
A Câmara Municipal de Gaia informou que o concurso para 93 chefias decorre de obrigação legal e não onera as finanças da autarquia. A anulação de procedimentos para contratar 136 funcionários visa poupar orçamento no primeiro ano de mandato.
A autarquia explica que as 93 vagas são para quadros já integrados no município, quase todos com vínculo antigo. Assim, não há custo adicional imediato para as contas municipais, segundo o comunicado oficial.
Luís Filipe Menezes, líder do executivo, afirma que o concurso para chefias cumpre exigentes exames de competência aos quadros já em função, mas que no início de mandato tinham registos precários antes de novos concursos internos.
Em paralelo, o município aponta que a anulação de 136 carreiras de Técnico Superior, Assistente Técnico, Assistente Operacional e Bombeiro Sapador, publicada no Diário da República, visa reduzir custos da gestão. A decisão acompanha a abertura de novos concursos com critérios mais rigorosos.
A Câmara reforça que as decisões visam cumprir a legislação aplicável e programar admissões futuras de forma responsável. A comunicação oficial associa as ações a um esforço de ajuste orçamental sem impactar negativamente as finanças municipais.
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