- O ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, encerrou a conferência “O Norte 40 Anos Depois: Que Europa Queremos Construir?”, sublinhando que Portugal tem de ser o “programador” dos fundos europeus.
- Nos últimos 40 anos, a população ativa da região Norte passou de 44% para mais de 51%.
- O peso dos serviços duplicou e a indústria modernizou-se, mantendo-se competitiva.
- A escolaridade subiu de 1% da população com ensino superior para 30%; o analfabetismo caiu de 26% para 3% e a mortalidade infantil de 18% para 2%.
- O Valor Acrescentado Bruto da região passou de 6,6 mil milhões para 74 mil milhões de euros.
O ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, encerrou a conferência organizada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) Norte, dedicada ao tema O Norte 40 Anos Depois: Que Europa Queremos Construir. Fernandes afirmou que Portugal deve assumir o papel de programador dos fundos europeus.
Durante a apresentação de dados de 40 anos na União Europeia, foram destacados progressos da região Norte. A população ativa passou de 44% para mais de 51%.
O peso dos serviços duplicou na região, com a indústria a modernizar-se e manter-se competitiva, segundo os dados oficiais.
A escolaridade também registou grandes avanços, subindo de 1% da população com Ensino Superior para 30%. O analfabetismo caiu de 26% para 3%.
A mortalidade infantil reduziu-se de 18% para 2%. O Valor Acrescentado Bruto da região evoluiu de 6,6 mil milhões de euros para 74 mil milhões de euros.
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