- A Assembleia Municipal do Porto aprovou, na noite de quatro de maio, a proposta de transportes públicos gratuitos para toda a área metropolitana, com custos anuais estimados em 20,5 milhões de euros.
- A entrada em funcionamento está prevista para um dois mil e vinte e sete, sendo antecipável para este verão apenas em planos, conforme a proposta aprovada.
- O voto contra foi do Chega e houve abstenções da CDU e do grupo municipal Filipe Araújo: Fazer à Porto.
- Estão disponíveis, de forma prevista, 59.381 utilizadores estimados, correspondentes a 23,5% da população residente em 2025.
- A dotação orçamental aponta para 2026 Euro 10.250.000, para 2027 Euro 18.700.000 e para 2028 Euro 1.800.000.
A Assembleia Municipal do Porto aprovou na noite de 4 de maio a proposta de transportes públicos gratuitos para toda a área metropolitana, com custos anuais estimados em 20,5 milhões de euros. A entrada em funcionamento está prevista para 1 de janeiro de 2027.
A decisão teve o voto contra do Chega e a abstenção da CDU e do grupo Filipe Araújo: Fazer à Porto. Oposição apontou fragilidades técnicas e financeiras, mas o voto favorável ficou assente na vontade de não recusar a medida.
O projeto propõe substituir o modelo atual por um título tarifário integrado, com âmbito próximo do Passe Metropolitano Andante e acesso ao Cartão Porto. A proposta visa facilitar viagens entre os concelhos da AMP.
Orçamento e implementação
O orçamento para 2026 fica limitado a 10,25 milhões de euros, 2027 a 18,7 milhões e 2028 a 1,8 milhões. O custo anual estimado aproxima-se de 20,5 milhões, o que corresponde a cerca de 1,71 milhões por mês.
O contrato com a Transportes Metropolitanos do Porto produz efeitos a partir de 1 de julho de 2026, ou na data de declaração de conformidade do Tribunal de Contas. A Câmara do Porto estima 59.381 utilizadores, 23,5% da população residente estimada para 2025.
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