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Bloco de Esquerda pede esclarecimentos sobre intimidação na Lusa

BE exige ao Governo esclarecimentos sobre intimidação à CT da Lusa por assessor do gabinete do ministro da Presidência, e impacto na confiança institucional

Fabian Figueiredo
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  • O Bloco de Esquerda pediu ao Governo esclarecimentos sobre uma alegada intimidação à Comissão de Trabalhadores da Lusa por um funcionário do gabinete do ministro da Presidência, após a reunião de 29 de abril.
  • O BE quer que o Ministério da Presidência confirme os factos denunciados pela CT da Lusa e informe sobre as funções concretas do funcionário.
  • O partido questiona que medidas já foram tomadas ou serão adotadas face a uma conduta reconhecida por escrito pelo chefe de gabinete.
  • Pergunta se o assessor continua no cargo e se entende que reúne as condições de idoneidade e de confiança política para o exercício de funções no seu gabinete.
  • O BE quer ainda saber a que notícias da Lusa o funcionário se referia e como o Governo garante a independência editorial da agência no contexto de definição de um novo modelo de governação da Lusa.

O Bloco de Esquerda pediu ao Governo esclarecimentos sobre a intimidação da Comissão de Trabalhadores (CT) da Lusa por um funcionário do gabinete do ministro da Presidência. Questiona-se se o assessor permanece no cargo.

O pedido foi apresentado pelo deputado único do BE, Fabian Figueiredo, ao ministro António Leitão Amaro. Requer ainda confirmação sobre a ocorrência dos factos denunciados e as funções concretas do funcionário.

A denúncia veio à tona esta segunda-feira, após uma reunião entre a CT da Lusa e o ministro Leitão Amaro a 29 de abril. O BE solicita informações sobre as medidas adotadas pelo Ministério da Presidência.

Esclarecimentos solicitados pelo BE ao Governo

O BE pergunta que medidas o Ministério da Presidência tomou face a uma conduta reconhecida por escrito pelo chefe de gabinete. Quer saber se o assessor mantém condições de idoneidade para o cargo.

O partido também quer esclarecer a que notícias da Lusa o funcionário se referia para acusar os jornalistas da agência. Questiona ainda como o Governo garante a independência editorial da Lusa e a salvaguarda das estruturas de representação dos trabalhadores.

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