- Manuel Castro Almeida rebate as críticas ao PTRR, afirmando que apenas 4% dos recursos é dinheiro que já existe.
- O ministro da Economia e Coesão Territorial entende por dinheiro fresco as verbas já previstas, como fundos europeus, ainda não orçamentadas.
- O governante responsável pela coordenação do PTRR ironiza as críticas dos partidos da oposição, dizendo não ter ouvido críticas à substância das 96 medidas.
- A avaliação é de que as críticas se centraram na forma, não na substância do plano.
Após a apresentação do Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR), Manuel Castro Almeida rebate as críticas ao plano, assegurando que apenas 4% dos recursos é dinheiro que já existe. A entrevista foi publicada pelo PÚBLICO.
O ministro da Economia e Coesão Territorial explica que o conceito de dinheiro fresco abrange verbas já previstas, como fundos europeus, que ainda não foram orçamentadas. Segundo o governante, o que resta é verba prevista, mas ainda sem dotação orçamental.
Castro Almeida afirma não ter ouvido críticas à substância das medidas. Diz que as críticas da oposição incidiram na forma, não nas medidas, e que não houve objeções a nenhuma das 96 medidas do PTRR.
Contexto do PTRR
Castro Almeida aponta que apenas uma pequena parcela dos recursos depende de verbas criadas de novo, enquanto o restante integra fundos já existentes. O objetivo é clarificar o enquadramento financeiro do plano.
Segundo o ministro, a coordenação do PTRR procura evidenciar a natureza dos recursos e evitar interpretações erradas sobre a disponibilidade de fundos para os vários pilares do plano. A comunicação sobre o financiamento é apresentada como parte da estratégia de implementação.
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