- Rui Garrido, após dez anos à frente da ACOS, afirma que é satisfeito e continua o legado de Manuel Castro e Brito (falecido em março de 2016).
- A 42.ª Ovibeja foi marcada como importante para os agricultores, com a feira mais bonita e destaque para o Pavilhão do Vinho e do Azeite.
- O Conselho de Ministros realizou-se na Ovibeja, com medidas anunciadas e o discurso de apoio do Presidente da República, que apontou mudanças necessárias.
- O presidente da ACOS salientou a importância de um seguro de colheitas, sugerindo copiar o modelo existente em Espanha, para o futuro do setor.
- Para 2027, a organização planeia contratar um técnico para profissionalizar a equipa e está a estudar duas datas, sem coincidir com a Feira do Azeite em Moura.
Na Ovibeja, a 42.ª edição foi marcada pelo balanço do presidente da ACOS, Rui Garrido, que assume o cargo há dez anos. Destaca o legado de Manuel Castro e Brito, falecido em 2016, considerado o coração da feira.
Durante o evento, o Conselho de Ministros e o discurso do Presidente da República surgiram como momentos centrais, segundo o presidente da ACOS, para o setor agropecuário nacional. A presença institucional reforçou o peso da Ovibeja.
Para Garrido, a edição deste ano alcançou um patamar de excelência, com destaque para o Pavilhão do Vinho e do Azeite, descrito como a grande atratividade do certame. A avaliação aponta melhoria estética em relação a edições anteriores.
O dirigente sublinhou as medidas anunciadas pelo governo, como o apoio à aquisição de fertilizantes, já discutidas no espaço político envolvido na organização. O discurso presidencial enfatizou a necessidade de um seguro de colheitas.
Sobre o futuro da feira, Garrido revelou planos de profissionalizar a equipa com a contratação de um técnico e ampliar horizontes para as próximas edições. A ACOS já estuda duas datas para 2027, sem coincidir com a Feira do Azeite de Moura.
As opções para 2027 situam-se na semana do 25 de abril ou no 1.º de maio, mantendo o objetivo de não coincidir com outros eventos agroalimentares relevantes. A organização pretende manter a Ovibeja como polo de referência.
Para o presidente da ACOS, António José Seguro é visto como figura ligada ao setor, com experiência em agricultura e vinho, o que facilita o diálogo com agricultores e produtores. O certame continua a ser um espaço de encontro entre política e campo.
A Ovibeja decorreu no distrito onde o evento tradicionalmente acontece, reunindo agricultores, instituições públicas e privados, com foco na promoção de produtos locais e no debate de políticas setoriais.
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