- Montenegro afirmou, em Melgaço, que sem entendimento na Concertação Social a decisão sobre o pacote laboral caberá sempre ao parlamento.
- O governante reforçou que o Governo não abandona as suas convicções.
- As traves mestras citadas para aprovação incluem contratos a termo, regime de reintegração em caso de despedimento, banco de horas por acordo e outsourcing.
- O Governo já cedeu em algumas matérias e cedeu integralmente noutras, mantendo controlo em pontos ainda debatidos.
- O líder da União Geral de Trabalhadores (UGT) é apontado como o parceiro social com menos cedência neste momento.
Montenegro afirmou em Melgaço que, sem entendimento na Concertação Social, a decisão final sobre o pacote laboral cabe ao parlamento, mantendo, segundo ele, as próprias convicções do Governo.
O governante destacou que as propostas defendidas pela UGT são contratos a termo, reintegração em caso de despedimento, banco de horas por acordo e outsourcing. Em todas essas matérias o Governo já cedeu ou cedeu parcialmente.
Segundo Montenegro, o parceiro social que tem menos cedências neste momento é a UGT, evitando interpretar as posições como uma pressão maior ou menor sobre as partes.
A afirmação foi feita durante a inauguração da Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço, no distrito de Viana do Castelo, onde o tema do pacote laboral esteve em foco entre autoridades locais e dirigentes partidários.
O líder do PS, Luís Montenegro, tinha sugerido a possibilidade de deixar cair o pacote, o que foi reiterado pelo governante como uma posição de princípio do Governo, sujeita a acordos na Concertação Social.
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