- O ministro da Defesa Nacional afirmou que o Governo quer que os investimentos no setor sejam feitos sobretudo por empresas nacionais, envolvendo-as mesmo quando possível.
- Nuno Melo avisou que brevemente devem ser assinados os contratos do Instrumento de Ação para a Segurança da Europa (SAFE).
- Garantiu que atrasos no Conceito Estratégico de Defesa não prejudicarão os investimentos em curso.
- Na abertura do 6.º Fórum Económico de Vila Nova de Famalicão, Portugal destacou-se como um dos primeiros a candidatar-se ao SAFE, com projetos aprovados em terra, mar, ar, espaço e ciberespaço, totalizando mais de 5,8 mil milhões de euros.
- O ministro reforçou que Portugal está a aproveitar as oportunidades do SAFE, afirmando estar à frente de muitos outros países.
O Governo mantém a aposta em investir no setor da Defesa através de empresas nacionais, assegurando que o conteúdo de aquisição seja predominantly nacional. O ministro da Defesa Nacional afirmou que os investimentos irão privilegiar as empresas portuguesas, assegurando que o que for necessário seja executado com participação nacional.
Nesta tarde, o ministro Nuno Melo discursou na abertura do 6.º Fórum Económico de Vila Nova de Famalicão, dedicado à Defesa e Inovação. Reiterou a prioridade de envolver empresas portuguesas nos projetos previstos para o setor.
O ministro destacou ainda a participação de Portugal no Instrumento de Ação para a Segurança da Europa (SAFE), referindo que o país foi um dos primeiros a apresentar candidaturas. O valor global aprovado para terra, mar, ar, espaço e ciberespaço supera 5,8 mil milhões de euros, segundo a apresentação do governo.
O que muda para as empresas nacionais
Nuno Melo adianta que as assinaturas dos contratos SAFE devem ocorrer em breve, e que o atraso no Conceito Estratégico de Defesa não deverá atrasar os investimentos. A projeção é de que as primeiras fases de implementação comecem a gerar contratos já neste mandato.
Contexto e objetivos
O governante sublinhou que as oportunidades do SAFE ajudam a reforçar capacidades nacionais em várias áreas de defesa. A aposta continua a criar uma cadeia de fornecimento local para assegurar a autonomia tecnológica e industrial de Portugal.
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