- Trump afirmou que o Reino Unido o ajudaria no Irão se o rei Carlos III estivesse a cargo, após o encontro na Casa Branca.
- O presidente norte-americano criticou o primeiro-ministro Keir Starmer pela recusa em envolver-se militarmente na reabertura do Estreito de Ormuz.
- Carlos III proferiu um discurso histórico junto do Congresso dos Estados Unidos, que Trump elogiou.
- Trump sustentou que Carlos III, a quem classifica como grande amigo, teria seguido as suas sugestões sobre o Irão e também sobre a Ucrânia.
- Questionado se a proximidade com o monarca ajuda a reduzir tensões com Starmer, Trump disse que o PM não cooperou, ao indicar que enviariam ajuda apenas após a vitória na guerra.
Donald Trump afirmou que o Reino Unido o teria ajudado na guerra contra o Irão se dependesse do rei Carlos III, após um encontro na Casa Branca nesta quarta-feira. O presidente norte-americano ponderou que, nas mãos do monarca, haveria provável apoio britânico.
Trump referiu ainda que o rei é fantástico e que manteve longas conversas sobre a intervenção no Irão. O tema surgiu quando jornalistas questionaram o real alinhamento de Londres com Washington, no contexto de tensões entre os EUA e o Irão.
O republicano disse que Carlos III, considerado seu amigo, poderia ter seguido sugestões também sobre a guerra na Ucrânia, embora existam divergências entre os dois países. O líder britânico, segundo Trump, não cooperou com Washington para pedir ou garantir apoio militar.
Relação entre Charles III e Keir Starmer
Ao abordar a cooperação entre o Reino Unido e os EUA, Trump mencionou que a relação com o primeiro-ministro não facilitou o envio de ajuda ante a guerra. Questionado sobre o que poderia resultar dessa ligação, o ex-presidente insistiu que houve recusa de Starmer em agir de forma imediata.
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