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Duarte Cordeiro responde a Pedro Nuno Santos sobre alvo da fala

Duarte Cordeiro rejeita críticas de Pedro Nuno Santos e afirma não preparar candidatura em 2029, mantendo foco nos problemas do país

Cordeiro continua a garantir não estar a preparar candidatura à liderança do PS, mas diz não conseguir antecipar o que pode acontecer em 2029
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  • Duarte Cordeiro reagiu a Pedro Nuno Santos, dizendo que, se a crítica fosse dirigida a si, “falha o alvo” e que não acompanha esse tipo de considerações.
  • O antigo ministro do Ambiente demarcou-se de acusações de “tacticismo” e classificou a polémica como dispensável e sem interesse público.
  • Garantiu que não está a preparar qualquer candidatura e admite ter dificuldade em prever a sua vida em 2029, quando se realizam as legislativas, se a legislatura terminar nesse ano.
  • Disse estar concentrado na vida profissional e manteve a postura de transparência que, assegura, sempre pautou a atuação política.
  • Relembrou ter recusado o convite de José Luís Carneiro para integrar os órgãos dirigentes do partido, reiterando que não está a preparar nenhuma candidatura a secretário-geral do PS.

Duarte Cordeiro, ex-ministro do Ambiente, respondeu a Pedro Nuno Santos, rejeitando a leitura de que as suas palavras visavam o PS ou os socialistas em geral. A reação surge após o regresso de Pedro Nuno Santos ao Parlamento, em contexto de críticas sobre táticas políticas.

Cordeiro afirmou que, se a crítica chegasse a ele, falha o alvo, e recusou acompanhar o tom das considerações de Santos. Garantiu manter a sua posição de nunca ter admitido uma candidatura em 2029 e destacou a sua vida política como transparente, sem entrar em promessas futuras.

O antigo ministro sublinhou que a polémica criada era dispensável e não acrescenta valor ao debate público. Disse ainda que não pretende explicar-se sobre o seu futuro político nem sobre possíveis planos para o pós-Carneiro no PS.

Reação e contexto

Na intervenção televisiva, Cordeiro defendeu que as prioridades dos portugueses devem orientar o trabalho dos políticos, enfatizando a necessidade de focar nos problemas do país. Questionado sobre o alvo da crítica, afirmou não saber a quem se dirigia Santos.

O político acrescentou que as suas convicções o levaram a tomar decisões difíceis, sem reconhecer que isso implique algum apoio a uma corrida interna ao poder. Reiterou que, neste momento, está concentrado na vida profissional, sem revelar planos para 2029.

Cordeiro já havia dito que não está a preparar qualquer candidatura a secretário-geral do PS, afastando dúvidas sobre o seu envolvimento na liderança. Afirmou que não precisa de justificar ou explicar as suas escolhas públicas.

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