- O Papa Leão XIV chegou à Guiné Equatorial, última etapa da viagem por África.
- Denunciou a colonização dos recursos minerais africanos.
- Criticou a “sede de poder” no país.
- O território é liderado por Teodoro Obiang Nguema desde 1979.
- A visita insere-se no contexto da defensa de recursos africanos e soberania.
O Papa Leão XIV chegou à Guiné Equatorial, última etapa da sua viagem por África, onde denunciou a colonização dos recursos minerais do continente e uma “sede de poder” que persiste no país. A visita ocorre num contexto de críticas a práticas de exploração econômica.
O Pontífice apontou, durante o encontro com autoridades locais, para a exploração de recursos naturais africanos e para o papel das estruturas de poder na região. Segundo a narrativa da viagem, a Guiné Equatorial está sob a liderança de Teodoro Obiang Nguema desde 1979.
A denúncia do Papa enquadra-se numa crítica mais ampla a modelos de desenvolvimento que, na perspetiva dele, favorecem grupos de interesse à custa das populações locais. A comitiva vaticana não especificou medidas, mantendo o tom de alerta sobre impactos sociais e económicos regionais.
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