- Paulo Núncio, líder parlamentar do CDS, afirma que as negociações laborais não podem durar eternamente e cabe ao Governo definir o momento.
- Está “absolutamente convencido” de que as alterações no Parlamento são suficientes para ultrapassar o acórdão do Tribunal Constitucional sobre a Lei da Nacionalidade.
- O CDS quer retomar propostas de incentivo à natalidade, como benefícios fiscais e apoios à fertilidade, e está confiante na viabilização do próximo Orçamento do Estado.
- Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, o deputado afasta alterações à lei do aborto.
- Núncio diz que a negociação do pacote laboral não é “um show off” e não pode durar para sempre.
Paulo Núncio, líder parlamentar do CDS, afirmou que as negociações não podem durar eternamente e que caberá ao Governo definir o momento adequado para encerrar esse processo. A declaração foi feita em tom institucional, sem alongar prazos.
O centrista está absolutamente convicto de que as alterações aprovadas no Parlamento são suficientes para contornar o acórdão do Tribunal Constitucional relacionado com a Lei da Nacionalidade. O objetivo é manter o foco na agenda do partido, sem comprometer a estabilidade institucional.
Núncio indicou que o CDS pretende retomar propostas de incentivos à natalidade, incluindo benefícios fiscais e apoios à fertilidade, mantendo a linha de políticas familiares. As mudanças são apresentadas como parte de uma estratégia coerente para o próximo Orçamento do Estado.
Pacote laboral em foco
O líder CDS afirmou que as negociações sobre o pacote laboral não devem ser encaradas como um espetáculo público e salientou que o tempo de negociação não é ilimitado. A entrevista foi publicada no PÚBLICO/Renascença, com data de divulgação em julho de 2024.
Entre na conversa da comunidade