- O Parlamento chumbou as cinco propostas para aplicar IVA zero nos bens alimentares essenciais.
- As iniciativas, apresentadas pelo Livre, Chega, PS, PCP e BE, visavam aliviar as famílias face ao aumento dos preços devido à guerra no Médio Oriente.
- A discussão decorreu ao longo da manhã, com uma sopa de legumes a servir de exemplo ilustrativo.
- Apesar de as oposições apontarem insuficiência da resposta do Governo, não houve entendimento capaz de aprovar a medida.
- Todas as propostas de isenção de IVA para bens alimentares essenciais foram rejeitadas pela Assembleia da República.
O Parlamento chumbou nesta sexta-feira cinco propostas de IVA zero para bens alimentares essenciais. A Assembleia da República rejeitou as propostas apresentadas pelo Livre, Chega, PS, PCP e BE, num debate que decorreu pela manhã. O objetivo era isentar temporariamente de IVA um cabaz de bens básicos.
As propostas visavam aliviar as famílias face à subida dos preços, em parte associada à war no Médio Oriente. Durante a sessão, até uma sopa de legumes foi usada como exemplo prático do que estaria abrangido pela eventual redução tributária.
Apesar de o conjunto de propostas ter reunido oposição às medidas, não houve entendimento suficiente entre os partidos para impor a aplicação do IVA zero. A votação devolveu à carreira governamental a responsabilidade de respostas fiscais distintas para o custo de vida.
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