- A primeira Presidência Aberta ocorreu em 1986, por iniciativa de Mário Soares, com sessões presenciais para o público.
- Ao longo dos anos, diferentes presidentes adotaram o modelo, incluindo Aníbal Cavaco Silva, que realizou sessões em várias regiões do país.
- Com Marcelo Rebelo de Sousa, a Presidência Aberta ganhou maior frequência e presença nas redes sociais.
- António José Seguro, que tomou posse como líder do Partido Socialista em 2014, recuperou o nome original e promove sessões públicas de diálogo.
- A Presidência Aberta pretende aproximar o Presidente da República dos cidadãos, promovendo participação, transparência e entendimento sobre o papel presidencial através de sessões presenciais e plataformas digitais.
A Presidência Aberta é uma iniciativa que aproxima o Presidente da República dos cidadãos, promovendo maior interação e transparência no desempenho do cargo. O conceito nasceu em 1986, por impulso de Mário Soares, e tem sido adaptado por cada inquilino da Presidência conforme o seu estilo. O objetivo é ouvir as preocupações da população e responder a perguntas.
Ao longo dos anos, os formatos variaram: sessões presenciais, debates públicos e encontros regionais, com também utilização de plataformas digitais. A iniciativa facilita o esclarecimento de decisões e a compreensão do papel do chefe de Estado, fortalecendo o elo entre o Governo e a sociedade.
Como funciona
As sessões são anunciadas com antecedência, permitindo que os cidadãos preparem as suas perguntas. Durante os eventos, o Presidente responde aos assuntos colocados, promovendo um diálogo direto e transparente. Além disso, as redes sociais têm papel central na divulgação e alcance do público.
A cada Presidentes que adotou a medida, a prática recebeu diferentes intensidades e formatos. Hoje, a presença digital amplifica o alcance, com vídeos e transmissões ao vivo que chegam a um público mais vasto, mantendo o foco na participação cidadã.
Quais os benefícios
A iniciativa facilita a proximidade entre o Presidente e os cidadãos, promovendo maior transparência na atuação presidencial. Também fortalece o diálogo, a participação cívica e o esclarecimento de dúvidas sobre decisões tomadas. Em conjunto, promove a compreensão do papel do Presidente na democracia.
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