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Chega avança com proposta de revisão constitucional em abril

Chega avança em abril com revisão constitucional para reduzir o número de deputados e prever penas mais elevadas, incluindo prisão perpétua em crimes graves

O líder do Chega, André Ventura
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  • O Chega vai avançar em abril com uma proposta de revisão constitucional para tornar a Lei Fundamental adequada aos novos tempos.
  • O anúncio foi feito por André Ventura na Assembleia da República, antes de uma reunião com a Direção Nacional e a liderança do Grupo Parlamentar.
  • A revisão incluirá a redução do número de deputados e a “limpeza da carga ideológica” do texto.
  • Será também revista a abordagem ao modelo económico e ao sistema político.
  • No que toca à Justiça, o partido propõe menos recursos que atrasem o sistema e penas mais elevadas, com possibilidades de prisão perpétua ou até quarenta anos de prisão para crimes graves.

O Chega confirmou que vai apresentar em abril uma proposta de revisão da Constituição, com o objetivo de tornar a Lei Fundamental adequada aos tempos atuais. A ideia inclui alterações relevantes para o sistema político.

O anúncio foi feito por André Ventura, líder do partido, durante declarações na Assembleia da República, antes de uma reunião com a Direção Nacional e a liderança do Grupo Parlamentar.

A proposta aponta para uma revisão que não é nem maximalista nem minimalista, mas alinhada com necessidades que o Chega identifica no panorama atual. O foco está em várias áreas.

Entre os pontos, o Chega pretende promover uma “limpeza” da carga ideológica, rever o modelo económico e reformar o funcionamento do sistema político, incluindo a redução do número de deputados.

No capítulo da Justiça, o partido defende menos recursos que contribuam para a sobrecarga do sistema e penas mais elevadas, com possíveis endurecimentos em crimes graves, como homicídio, terrorismo e crimes de organização criminosa.

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Chega avança com proposta de revisão constitucional em abril

Chega avança, em abril, com proposta de revisão constitucional que reduz deputados, endurece penas e admite prisão perpétua para crimes graves

André Ventura
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  • O Chega vai avançar em abril com uma proposta de revisão constitucional para tornar a Lei Fundamental adequada aos novos tempos.
  • A ideia inclui manter a prisão perpétua ou reduzir o número de deputados, entre os pontos centrais.
  • O anúncio foi feito por André Ventura na Assembleia da República, antes de uma reunião com a Direção Nacional e a liderança do Grupo Parlamentar.
  • A revisão aponta para “limpeza da carga ideológica” e mudanças no modelo económico e no sistema político, com redução de deputados.
  • Na Justiça, o partido defende menos recursos para evitar entupimento e penas mais elevadas, que em alguns crimes permitam prisão perpétua ou até quarenta anos de prisão.

O Chega anunciou que avançará em abril com uma proposta de revisão constitucional, visando tornar a Lei Fundamental adequada aos novos tempos. A proposta inclui medidas como a manutenção da possibilidade de prisão perpétua ou, em alternativa, um limiar de prisão elevado e alterações ao modelo económico e ao sistema político, com redução do número de deputados.

O anúncio foi feito pelo líder do partido, André Ventura, aos jornalistas na Assembleia da República, antes de uma reunião com a Direção Nacional e a liderança do Grupo Parlamentar. O objetivo expresso é ajustar a constituição aos tempos atuais, sem adotar uma revisão nem maximalista nem minimalista, mas sim necessária.

Entre os eixos indicados pelo Chega constam a “limpeza da carga ideológica” na Constituição e mudanças ao funcionamento da justiça, incluindo redução de recursos que atrasem processos. No campo penal, o partido defende penas mais elevadas para crimes graves, com eventual subida de limites até à prisão perpétua ou, pelo menos, até 40 anos de prisão.

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