- O Governo português condenou a polícia israelita por impedir o Patriarca Latino de Jerusalém de celebrar a missa de Domingo de Ramos no Santo Sepulcro.
- O impedimento atingiu o cardeal Pierbattista Pizzaballa e o padre da Igreja do Santo Sepulcro, e foi descrito como ocorrendo pela primeira vez em séculos.
- Israel encerrou temporariamente os locais sagrados da Cidade Velha de Jerusalém Oriental por razões de segurança, alegando receção a ataques potenciais.
- Várias nações reagiram: Itália, França, Jordânia e Brasil repudiaram; os EUA também condenaram; o presidente israelita, Isaac Herzog, expressou pesar e manteve o compromisso com a liberdade religiosa.
- O Ministério dos Negócios Estrangeiros exortou as autoridades israelitas a garantirem e praticarem a liberdade de religião e de culto.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal condenou a atuação da polícia israelita que impediu o Patriarca Latino de Jerusalém de celebrar a missa de Domingo de Ramos no Santo Sepulcro. A cerimónia seria apenas transmitida, sem presença física, segundo o ministério.
O incidente ocorreu na Cidade Velha de Jerusalém, onde o Santo Sepulcro se encontra. O Patriarca Pizzaballa e o padre da Igreja do Santo Sepulcro teriam sido detidos no caminho para o local, sendo obrigados a recuar, afirmou o Patriarcado.
O Governo português pediu às autoridades israelitas que garantam a liberdade de religião e de culto, destacando a importância de facilitar encontros religiosos em locais sagrados. A decisão de impedir gerou críticas internacionais.
Reação internacional
A contestação internacional foi rápida e diversa, com Itália e França a condenarem o feito, destacando a violação da liberdade religiosa. A Jordânia qualificou o episódio de violação grave do direito internacional.
Os Estados Unidos também manifestaram preocupação, enquanto o Brasil repudiou o impedimento. O presidente de Israel, Isaac Herzog, expressou pesar ao contactar Pierbattista Pizzaballa e reafirmou o compromisso com a liberdade religiosa no país.
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