- O secretário-geral do PSD, Hugo Soares, disse que a “ameaça de tempestades” do PS é “conversa para claque” e que o Governo vai dialogar com todos os partidos com representação parlamentar.
- A declaração foi feita em Cabeceiras de Basto, à margem da tomada de posse da nova concelhia do PSD, liderada por Laura Magalhães.
- José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, pediu à Assembleia da República que se decida entre convergências moderadas com o PS ou acordos com o Chega, avisando de “tempestades” se o Governo escolher ventos.
- O PS apresentou quatro medidas para enfrentar o conflito no Médio Oriente: IVA zero nos bens alimentares, IVA dos combustíveis e do gás de 23% para 13%, duplicação do consumo de energia tributada a 6% e isenção de ISP sobre o gasóleo para a agricultura.
- Hugo Soares criticou o IVA zero, dizendo que é uma medida cega e injusta, e afirmou que o Governo tem vindo a anunciar medidas sobre combustíveis e gás, mantendo-se atento aos preços dos bens; não comentou a escolha de juízes para o Tribunal Constitucional nem uma possível revisão constitucional proposta pelo Chega.
O secretário-geral do PSD, Hugo Soares, afirmou este sábado que a ameaça de tempestades do PS é conversa para claque. A declaração aconteceu em Cabeceiras de Basto, à margem da tomada de posse da nova concelhia do PSD liderada por Laura Magalhães.
Soares disse que o Governo vai manter o diálogo com todos os partidos com representação parlamentar. O dirigente social-democrata lembrou que os portugueses escolheram um Parlamento com três blocos maioritários e que é esse o caminho do Executivo.
Atenção à reação segue aos discursos de José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, no 25.º Congresso Nacional do PS, em Viseu. Carneiro pediu à AD para decidir entre convergências moderadas ou acordos com o Chega, e avisou que dirá não a tentativas de desequilibrar o Tribunal Constitucional.
No discurso de abertura, Carneiro apresentou quatro medidas para mitigar impactos do conflito no Médio Oriente. Entre elas, IVA zero nos produtos alimentares essenciais, IVA de 13% nos combustíveis e no gás, duplicar o consumo de energia tributada a 6%, e isenção de ISP sobre o gasóleo agrícola.
Hugo Soares criticou o IVA zero, classificando a medida de cega e injusta, por beneficiar todos por igual. O PSD, adiantou, continuará a acompanhar políticas relacionadas com combustíveis e bens alimentares, mantendo atenção ao preço final aos consumidores.
Sobre a possibilidade de revisão constitucional anunciada pelo líder do Chega, Soares afirmou que cada tema tem o seu tempo. O PSD manterá a sua atuação para governar e transformar a vida das pessoas, sem adiantar decisões antecipadas.
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