- Em Portugal, França, Itália e Alemanha, manifestantes foram às ruas contra o governo de Donald Trump, através do movimento “No Kings”.
- O protesto envolve residentes americanos no Porto e ações em Berlim, França e Itália, entre outras cidades europeias.
- Em Washington também houve adesão à manifestação, intitulada “Sem Reis”.
- No Kansas, um manifestante criticou o presidente Trump e dois senadores republicanos, Roger Marshall e Jerry Moran.
- O movimento “No Kings” pretende rejeitar tendências autoritárias e enfatizar princípios democráticos.
Em Portugal, França, Itália e Alemanha, manifestantes saíram às ruas para protestar contra políticas associadas ao governo de Donald Trump. O movimento internacional, denominado “No Kings”, pretende rejeitar tendências autoritárias e defender princípios democráticos, segundo organizadores.
Em Berlim, a ação reuniu venez de residentes locais e estrangeiros que criticaram decisões da administração norte‑americana. As imagens mostraram participantes com faixas e cartazes, promovendo o apelo por canais democráticos e pela paz.
No Porto, americanos residentes contribuíram para as manifestações, manifestando-se contra políticas da presidência dos Estados Unidos. Também houve mobilização em Washington, com adesão de cidadãos e simpatizantes, reforçando o alcance internacional do movimento.
No Kings na Europa
Italianos participaram numa manifestação nacional contra a guerra, organizada pelo movimento No Kings Italy, segundo relatos locais. Em França, protestos associaram‑se ao mesmo movimento, com participantes a exigir responsabilidade institucional e transparência.
Contexto e objetivo
Os protestos destacam a oposição a medidas associadas à liderança de Trump e a críticas a políticas externas. Organizador(es) do movimento argumentam que as ações pretendem manter o equilíbrio entre segurança nacional e direitos democráticos.
Nota: as informações absorvem relatos de várias cidades envolvidas, sem atribuição de ponto único. Em cada localidade, as ações mantêm o foco em princípios democráticos, sem condições de conclusão.
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