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PSD Açores: Francisco César não tem qualificações para falar de finanças

PSD-Açores acusa César de desconhecer a realidade: único resgate foi em 2012, a economia cresce e há menos dívida com mais empregos na região

Francisco César, presidente do PS-Açores e deputado à Assembleia da República, criticou a gestão financeira do Governo Regional dos Açores
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  • O PSD-Açores disse que o deputado Francisco César não tem qualificações para falar sobre finanças públicas e recordou o único resgate financeiro do Estado à região, em 2012.
  • Alega ainda que César esquece a realidade atual e que o governo regional do PS pediu assistência financeira à República em 2012.
  • O PSD afirma que o Governo dos Açores atual paga aos fornecedores mais cedo do que em 2020 e que o PS terá deixado cerca de 150 milhões de euros de dívidas à saúde.
  • Alega que, no final de 2020, havia cerca de 145 milhões de euros em dívida a fornecedores da Saúde, com dívidas adicionais de hospitais, e que quem governou não deveria falar sobre as contas regionais.
  • Segundo o PSD, a economia dos Açores está a crescer há cinquenta e cinco meses, com 119 mil pessoas empregadas, desemprego abaixo da média nacional e remuneração bruta total a subir mais de 23% nos últimos três anos.
  • O PSD diz ainda que, nos últimos cinco anos, o número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção caiu para cerca de 5,3 mil, o valor mais baixo desde a criação do apoio.
  • César alertou para a possível necessidade de resgate financeiro do Estado e para a probabilidade de intervenção ou financiamento permanente se nada for feito.
  • Segundo a RTP-Açores, Fernando Medina comentou, na ilha Terceira, que a trajetória das finanças públicas dos Açores pode levar a um resgate pela República.

O PSD dos Açores afirmou que o líder do PS/Açores, Francisco César, não tem qualificações para falar sobre finanças públicas. A reação surge depois de César ter alertado para a eventual necessidade de um resgate financeiro do Estado à região. O PSD recorda que o único resgate ocorreu em 2012, quando o Governo regional era do PS.

O partido Social-Democrata sustenta que César não reflete a realidade socioeconómica atual dos Açores e lembra o registo de 2012, quando a região pediu assistência financeira à República para honrar compromissos financeiros. O PSD afirma que, hoje, o Governo açoriano paga aos fornecedores com maior celeridade.

Contexto económico atual

Para o PSD-Açores, o executivo liderado por José Manuel Bolieiro está a corrigir passos do passado, afirmando que a economia regional está em crescimento e que a dívida acumulada foi gerida com responsabilidade. O partido aponta que a taxa de desemprego é inferior à média nacional.

O PSD garante ainda que a população empregada nos Açores ultrapassa as 119 mil pessoas e que o crescimento económico tem sido contínuo há vários meses. A remuneração bruta total dos trabalhadores açorianos teria registado aumento nos últimos três anos.

Situação social e financeira

Segundo o PSD, entre 2020 e o último quinquénio reduziu-se o número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção, atingindo o nível mais baixo desde a criação do programa. O partido afirma que, comparando com o período socialista, houve melhoria em emprego, rendimentos e pobreza.

Francisco César, por seu lado, advertiu sobre a possibilidade de uma intervenção financeira permanente do Estado para os Açores, dada a trajetória de despesa pública. Em entrevista, o deputado salientou que é necessário agir rapidamente para evitar problemas mais graves.

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