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Vetos de Marcelo da eutanásia à nacionalidade, metadados e barrigas de aluguer

Veto de Marcelo Rebelo de Sousa abrange morte medicamente assistida, barrigas de aluguer e nacionalidade, influenciando o debate parlamentar e o calendário legal

Em dez anos, Presidente da República recorreu nove vezes ao Tribunal Constitucional, que lhe deu razão seis vezes
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  • Marcelo Rebelo de Sousa é o presidente que mais vetos políticos assinou, com 34 decretos da Assembleia da República e 9 vetos a decretos do Governo, além de 8 vetos por inconstitucionalidade.
  • O Chefe de Estado também tem registada uma forte atuação na dissolução da Assembleia da República ao longo do seu mandato.
  • Em matérias sensíveis, o Presidente vetou questões ligadas à morte medicamente assistida (eutanásia) e às barrigas de aluguer.
  • A Lei da Nacionalidade também ficou para resolução pelo presidente da atual Executiva, Seguro, segundo a notícia.
  • O ano mais ativo foi 2023, com 15 diplomas vetados, num período em que o Governo era chefiado pelo Primeiro-Ministro António Costa.

Marcelo Rebelo de Sousa tem sido figura decisiva na arena constitucional ao veto de propostas aprovadas no Parlamento. Nos últimos dez anos, o Presidente assinou 34 vetos políticos a decretos recebidos da Assembleia da República e 8 vetos por inconstitucionalidade. A isso somam-se 9 vetos a diplomas enviados diretamente pelo Governo.

Entre as matérias sujeitas a veto, destacam-se temas sensíveis como a eutanásia, as barrigas de aluguer e a Lei da Nacionalidade, que ficou para apreciação do Governo seguinte. A posição do Presidente sobre a morte medicamente assistida permanece sem declaração pública.

O registo de veto a leis apresentadas pela Assembleia destaca 2023 como ano particularmente ativo, com 15 diplomas rejeitados, num período de maioria absoluta do Primeiro-Ministro António Costa. Estes números refletem o papel do Presidente na fiscalização do conteúdo legislativo.

Sobre a Nacionalidade, o texto permanece pendente de resolução pelo Governo, segundo informações acumuladas ao longo do mandato. A discussão envolve ainda a determinação de critérios e requisitos para cidadãos, com desdobramentos políticos e jurídicos relevantes.

No âmbito da política pública, o tema das barrigas de aluguer e a eutanásia mantêm-se como temas de debate, sem decisão final do Presidente. A análise dos vetos indica uma tendência de escrutínio rigoroso de diplomas before serem enviados para promulgação.

Fontes consultadas destacam que Marcelo Rebelo de Sousa assinou vetos em diplomas diretamente pelo Governo e também em diplomas aprovados pela Assembleia, evidenciando uma atuação próxima de uma função de controle constitucional ao longo de vários mandatos.

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