- Marcelo Rebelo de Sousa disse que a escolha de Vhils para o retrato oficial foi “a ideia mais louca” que teve como presidente, vendo-a como uma viragem e o triunfo da democracia.
- A obra de Alexandre Farto, conhecido como Vhils, foi apresentada hoje no Museu da Presidência da República, com a presença do artista, cinco dias antes de o presidente cessar funções.
- O retrato mostra apenas o rosto, em grande dimensão, feito com camadas de recortes de jornais de 2016 a 2026, sobrepostos e esculpidos.
- O chefe de Estado afirmou que, visto de perto, o retrato revela episódios do seu tempo, incluindo o governo de António Costa, os incêndios e a pandemia.
- Marcelo Rebelo de Sousa destacou que Vhils veio da arte urbana e descreveu a peça como um retrato de uma sociedade aberta, simbolizando o triunfo da democracia.
Marcelo Rebelo de Sousa revelou nesta quarta-feira que a escolha do artista de rua Vhils para realizar o retrato oficial representa a ideia mais audaciosa da sua presidência, marcando uma viragem e o triunfo da democracia. A apresentação ocorreu no Museu da Presidência da República, a cinco dias do termo do mandato.
A obra de Alexandre Farto, conhecido como Vhils, usa camadas de recortes de jornais de 2016 a 2026, sobrepostas e esculpidas para compor o rosto sorridente do chefe de Estado, com foco apenas no rosto, em grande dimensão. A cerimónia contou com a presença do artista.
Marcelo Rebelo de Sousa explicou que, ao observar de perto, o retrato revela referências a períodos de governo, incluindo o tempo em que António Costa foi primeiro-ministro, bem como capítulos como os incêndios e a pandemia. A peça foi recebida como uma marca de mudança.
O Presidente destacou que a obra representa uma viragem na galeria de retratos oficiais, comparando-a com representingo de outras épocas, como as figuras de Pomar e Paula Rego que simbolizaram eras anteriores. O retrato é visto como uma reflexão histórica.
Marcelo reforçou que Vhils transita da arte urbana para uma peça institucional, descrevendo o artista como vencedor que manteve os seus ideais. A obra, segundo o chefe de Estado, simboliza uma sociedade aberta e o triunfo da democracia.
Entre na conversa da comunidade