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JPP denuncia nova trapalhada do PSD/CDS com alterações ao Subsídio Social

JPP denuncia alterações ao Subsídio Social de Mobilidade que elevam custos para estudantes madeirenses que estudam no continente e afetam famílias

JPP denuncia "nova trapalhada" do PSD/CDS com alterações ao Subsídio Social de Mobilidade
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  • A Juventude do Juntos Pelo Povo (JPP) denuncia uma nova trapalhada do PSD/CDS com alterações ao Subsídio Social de Mobilidade que afeta estudantes madeirenses que estudam no continente.
  • A plataforma Estudante Insular foi suspensa, obrigando os alunos a adiantar centenas de euros e a aguardar o reembolso posterior.
  • O novo teto de 200 euros aplica-se a cada trajeto; viagens de Madeira para Lisboa situam‑se entre 245 e 300 euros, o que aumenta os custos para famílias.
  • A JPP acusa centralismo e interesses das companhias aéreas, solicitando respostas rápidas para a resolução das alterações e da suspensão da plataforma.
  • Os governos regional e da República são desafiados a clarificar a situação e a restabelecer a normalidade do sistema, incluindo a declaração de inexistência de dívidas ao Estado.

A Juventude do Juntos Pelo Povo (JPP) denunciou esta segunda-feira alterações ao Subsídio Social de Mobilidade (SSM) que afetam diretamente estudantes madeirenses que estudam no continente. A denúncia aponta para uma trapalhada promovida pelo PSD/CDS, tanto na Madeira como em Lisboa.

A dirigente Jéssica Teles afirma que o centralismo do PSD/CDS na República, aliado à suposta intransigência da formação na Madeira, prejudica os estudantes. A plataforma Estudante Insular está sem funcionamento desde as novas regras do SSM.

Segundo o JPP, o novo modelo obriga estudantes, famílias e residentes a adiantarem centenas de euros para o Estado, devido ao teto de 200 euros aplicado a apenas um trajeto. A arquia salienta ainda o custo elevado de vida na Madeira.

Teles aponta que muitos estudantes acabam os exames e planeiam viajar para descansar na Madeira, mas enfrentam viagens caras e o teto reduzido. Em Lisboa, o preço de uma viagem nesta segunda-feira situava-se entre 245 e 300 euros.

A deputada do JPP critica o Governo Regional e o Executivo da República por manter o sistema em funcionamento com o alegado atraso na plataforma. Segundo ela, a suspensão anunciada até 31 de Março não abrange todas as regras, o que retrata o que descreve como uma falsa ilusão.

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