- O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lembrou a vida do coronel José Nuno da Câmara Santa Clara Gomes, figura ligada ao 25 de Abril e à intervenção cívica.
- O militar madeirense, natural do Funchal, faleceu ontem em Lisboa aos 80 anos; era capitão de Abril e colunista do DIÁRIO desde 2014.
- Na nota oficial, o Chefe de Estado destacou a dedicação à Instituição Militar e o papel no movimento que conduziu à Revolução de 25 de Abril, bem como o contributo para causas sociais ligadas aos deficientes das Forças Armadas.
- O coronel exerceu cargos de presidente e vice-presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA).
- O velório e as exéquias decorrem no domingo, 1 de Fevereiro, na Capela do Crematório de Palhais, Barreiro, com honras militares; a cremação está marcada para as 14h.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, recordou esta sexta‑feira a vida do coronel de Infantaria José Nuno da Câmara Santa Clara Gomes, figura ligada ao 25 de Abril e à intervenção cívica. O militar morreu ontem em Lisboa, aos 80 anos, deixando legado ligado à participação histórica e ao serviço público.
Natural do Funchal, Santa Clara Gomes ficou conhecido como o “Capitão de Abril” e, para além do seu percurso militar, foi colunista do DIÁRIO desde 2014. Desempenhou funções de liderança na Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), onde foi presidente e, posteriormente, vice‑presidente.
Para o Presidente da República, a atuação no 25 de Abril e o empenho na promoção da dignidade e da inclusão de militares com deficiência marcaram a sua vida e o seu serviço à pátria. Marcelo Rebelo de Sousa expressou solidariedade aos familiares e amigos neste momento de pesar.
Velório e exéquias
O velório realiza-se no domingo, 1 de Fevereiro, na Capela do Crematório de Palhais, no Barreiro, com honras militares. A cremação está marcada para as 14h, segundo informação oficial divulgada pela Presidência da República.
O comunicado oficial reforça que o país reconhece a intervenção de Santa Clara Gomes na história recente e que o legado do coronel permanece ligado à defesa, à memória cívica e à defesa dos direitos dos militares com deficiência.
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