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Presidente elogia Proteção Civil e afirma que não quis fazer ruído

Presidente elogia Proteção Civil pela resposta à tempestade Kristin, afirma ter evitado “fazer ruído” e que o Governo devia assumir a liderança, sem declarar calamidade cedo

PR elogia Protecção Civil e afirma que não quis "fazer ruído"
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  • O Presidente da República elogiou a atuação da Proteção Civil perante a tempestade Kristin e disse que não quis “fazer ruído” face às palavras do primeiro-ministro.
  • Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que o Governo devia “assumir a liderança dos acontecimentos” e que a linha definida pelo primeiro-ministro Luís Montenegro estava correta.
  • Disse que ninguém pediu a declaração do estado de calamidade ontem, puxando a culpa para quem acha que isso deveria ter acontecido há 24 horas.
  • O chefe de Estado elogiou o desempenho da Proteção Civil e admitiu que, em situações anteriores, os sistemas falharam mais do que desta vez, destacando a necessidade de aprender com o episódio.
  • Refiriu que acompanhou a situação com duas notas escritas, não participou na visita à ANEPC por justificações institucionais, e reiterou a continuidade da linha de atuação do Governo.

O Presidente da República elogiou a atuação da Proteção Civil perante a tempestade Kristin e disse que não quis fazer ruído em relação às declarações do Primeiro-Ministro, mantendo que o Governo devia assumir a liderança. O comentário foi feito na Academia Militar, em Lisboa.

Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que a linha de atuação definida pelo Governo estava correta e contestou quem defende uma declaração de calamidade mais célere. Enfatizou que ninguém pediu o estado de calamidade na véspera, embora haja quem exija essa medida depois do facto.

O chefe de Estado reconheceu falhas passadas no Siresp, mas ressaltou que, nesta ocasião, o sistema de Proteção Civil funcionou melhor do que em crises anteriores. Disse que é preciso retirar lições e manter estruturas para futuras situações de calamidade.

Sobre a atuação pessoal, o Presidente explicou que acompanhou os acontecimentos, redigiu duas notas e percebeu que o Governo devia liderar os desdobramentos. Não participou na visita à sede da ANEPC, por estar a receber um presidente de parlamento estrangeiro.

Marcelo Rebelo de Sousa explicou que não quis criar ruído em relação às palavras do Primeiro-Ministro, considerando a linha traçada adequada. Referiu que a condução subsequente dos acontecimentos seria acompanhada nos próximos dias.

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