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Luís Montenegro visita a sede de Marques Mendes para cumprimentar o candidato

Luís Montenegro dirige-se ao hotel em Lisboa para abraçar Luís Marques Mendes, acompanhado por dirigentes do PSD; recusa falar e o partido não se posiciona na segunda volta

Marques Mendes acusa Cotrim de "exibicionismo" e responde com nova presença de Montenegro na campanha
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  • Luís Montenegro deslocou-se ao hotel em Lisboa, acompanhado por dirigentes do PSD e ministros, para “dar um abraço” ao candidato Luís Marques Mendes após a noite eleitoral.
  • Chegou cerca das 21h50, acompanhado pela primeira vice-presidente do PSD, Leonor Beleza, e pelos restantes membros do escalão ouvido na notícia.
  • O líder do PSD recusou falar aos jornalistas à chegada, limitando-se a dizer que foi ao hotel para “dar um abraço” ao candidato apoiado pelo partido e pelo CDS-PP.
  • O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, também indicou estar ali para o mesmo objetivo, sem deixar declarações aos media.
  • Marques Mendes assumiu responsabilidade pelo resultado negativo e afastou-se de apoiar qualquer adversário na segunda volta; o PSD não deverá emitir indicações de voto nessa segunda volta.

Luís Montenegro deslocou-se esta noite ao hotel em Lisboa onde o candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP, Luís Marques Mendes, acompanhou a noite eleitoral para lhe dar um abraço. O líder social-democrata chegou perto das 21:50, acompanhado pela presidente da comissão de honra da candidatura.

Entre os presentes estiveram Leonor Beleza, Hugo Soares, António Leitão Amaro, Paulo Rangel e Miguel Pinto Luz. Montenegro recusou falar aos jornalistas, limitando-se a confirmar a visita ao hotel para apoiar o candidato.

O evento ocorreu após a reação de Marques Mendes aos resultados, em que assumiu responsabilidade pelo desempenho e afirmou não apoiar nenhum dos adversários que passem à segunda volta. Na altura, Montenegro indicou que o PSD não fará quaisquer indicações de voto para a segunda volta.

Contexto político e desdobramentos

A segunda volta está marcada entre António José Seguro, apoiado pelo PS, e André Ventura, apoiado pelo Chega. Marques Mendes reforçou que não apoiará candidatos que integrem a segunda fase, mantendo posição de independência em relação aos pela frente. O PSD não deverá emitir orientação de voto para o segundo escrutínio.

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