- Torres Couto, antigo secretário-geral da UGT e ex-deputado do PS, ficou tetraplégico após acidente na autoestrada entre Setúbal e Lisboa há duas semanas.
- O cinto de segurança salvou-lhe a vida, mas provocou lesões irreversíveis; a mulher saiu ilesa.
- Descreve dor indescritível e perda de sensibilidade do pescoço para baixo; o carro atingido deslizara quase 300 metros.
- O condutor do outro veículo pediu-lhe perdão na ambulância; Couto aponta chuva intensa como fator e critica o uso do telemóvel ao volante.
- Apela a uma campanha governamental mais agressiva contra telemóveis ao volante e a maior vigilância na condução em más condições.
Torres Couto, antigo secretário-geral da UGT e ex-deputado do PS, ficou tetraplégico após um acidente na autoestrada entre Setúbal e Lisboa, há duas semanas. O cinto de segurança salvou a vida, mas provocou lesões irreversíveis.
O acidente ocorreu numa altura de chuva intensa. Couto seguia com a mulher na faixa do meio, quando um veículo entrou em despiste, levando a uma viagem de quase 300 metros, com choque contra outro carro. A mulher saiu ilesa; Couto perdeu sensibilidade do pescoço para baixo.
Relato do sucedido aponta dor extrema desde o impacto, descrita como insuportável, com as sensações do corpo severamente afetadas. O condutor do outro veículo pediu perdão durante a deslocação em ambulância. Couto afirma manter-se sob vigilância médica e está em processo de recuperação.
Campanhas de segurança rodoviária
O ex-líder sindical recomenda maior campanhas de sensibilização para condutores perante a chuva. A ênfase recai também sobre o uso responsável de telemóveis ao volante, defendendo medidas de fiscalização mais rigorosas.
A família de Couto acompanha de perto a recuperação, enquanto o antigo político continua a realizar tratamentos para recuperar movimentos. Ele descreve a dor como extremamente intensiva, mantendo-se focado na reabilitação e no apoio da família.
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