- João Costa, ex-ministro da Educação do PS, disse que qualquer segunda volta com André Ventura seria “o pior que Portugal pode ter”.
- Reafirmou apoio a António José Seguro e rejeitou leituras de apoio à ex-coordenadora bloquista, revelando “grande simpatia” por Catarina Martins.
- Avalia que as presidenciais são atípicas, com muitos candidatos e forte divisão entre esquerda e direita, defendendo que, numa segunda volta, o apoio à esquerda deveria convergir para o candidato do PS.
- Catarina Martins criticou a leitura de nomes de crianças na Assembleia da República e defendeu a inclusão, ao mesmo tempo que reforçou a importância da participação de todas as famílias.
- A dirigente do Bloco de Esquerda comentou o encontro com Costa, destacando que, apesar das diferenças na Educação, ambos partilham o valor da inclusão; Catarina Martins é eurodeputada do BE.
O ex-ministro da Educação do PS, João Costa, afirmou que qualquer segunda volta envolvendo André Ventura é o pior cenário para Portugal. Em frente a Catarina Martins, do BE, Costa reforçou que apoia António José Seguro, mas tem grande simpatia pela candidata bloquista e reconheceu o peso do debate atual, com múltiplos candidatos e forte divisão ideológica.
Costa recusou leituras de um apoio à ex-coordenadora bloquista, destacando a sua posição a favor de Seguro. Defendeu ainda que, em caso de segunda volta, o.ps deve angariar votos de esquerda para o candidato do PS, para evitar a influência de Ventura, a quem acusa de dispersar ódio, racismo e xenofobia.
A entrada para o encontro com Catarina Martins ocorreu num contexto de críticas a leituras de nomes de crianças na Assembleia da República, uma discussão que Martins levou ao Parlamento Europeu. A eurodeputada do BE enfatizou a defesa da inclusão e criticou as avaliações que associam origens familiares a trajetórias escolares, salientando que todas as crianças têm direito a frequentar o ensino.
Contexto político e leitura de cenários
Martins e Costa discutiram o atual mosaico eleitoral, marcado por disputas entre esquerda e direita e pela diversidade de candidaturas. Costa enfatizou a necessidade de união entre as forças de esquerda caso surja uma segunda volta com Ventura.
Reações e posicionamentos
Martins reiterou críticas ao Chega e destacou a importância de políticas inclusivas. Ao abordar a educação, salientou que as políticas de inclusão devem prevalecer, independentemente das alianças momentâneas entre partidos.
Entre na conversa da comunidade