- Trump deixou a China no fim de uma visita de três dias, após conversas “muito bem-sucedidas” com Xi Jinping.
- No último dia, Xi afirmou que se chegou a uma nova relação bilateral e que o estreito de Ormuz deve ficar aberto, com foco no Irão.
- A China comprometeu-se a comprar produtos agrícolas norte-americanos, petróleo e duzentos aviões Boeing; a Nvidia vai vender chips de última geração a empresas chinesas como a Alibaba e a ByteDance.
- A comitiva empresarial de Trump, que incluiu nomes como Elon Musk, Tim Cook e Jensen Huang, foi encarregue de firmar acordos e criar postos de trabalho.
- Sobre o Irão, Trump disse que desejam que o estreito de Ormuz permaneça aberto e que a China não forneça equipamento militar ao Irão; Xi indicou disposição em ajudar, se possível.
Trump encerrou hoje a sua visita à China após três dias de encontros com Xi Jinping. O périplo, descrito como histórico, teve o comércio e o Irão como temas centrais, com aChina a defender um novo marco na relação bilateral.
No âmbito económico, Trump mencionou acordos em várias frentes. A China comprometeu-se a comprar produtos agrícolas norte‑americanos, petróleo e a adquirir 200 aviões Boeing. A Nvidia poderá vender chips de última geração a grandes empresas chinesas, pondo fim a tensões anteriores.
Aliança sobre o Irão e Ormuz
Durante a conferência de imprensa conjunta, os dois líderes falaram de cooperação sobre o Irão e do desejo de manter o estreito de Ormuz aberto. Trump indicou que Xi mostrou disponibilidade para ajudar a desbloquear a situação no Médio Oriente.
Xi Jinping afirmou haver atingido uma nova relação bilateral, com consensos sobre questões relevantes para ambos os países. O ministro dos Negócios Estrangeiros enfatizou que o diálogo manteve o foco em temas que envolvem o mundo, sem detalhar tópicos específicos.
A comitiva empresarial de Trump incluiu figuras como Elon Musk, Tim Cook e Jensen Huang, com o objetivo de facilitar acordos e criar empregos. Trump descreveu a visita como produtiva e antecipou que uma futura visita de Xi aos EUA possa ocorrer em setembro.
Trump deixou a China hoje, após um almoço de trabalho e uma visita ao complexo Zhongnanhai, sede do governo chinês. O regresso a Washington encerra uma cimeira em que o tema Taiwan também ocupou atenção inicial, antes de se centrar nos assuntos económicos e geopolíticos.
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