- O prejuízo financeiro com o mau tempo já ultrapassa os 550 milhões de euros, segundo o Instituto Nacional de Estatística, com base em 7,7 mil candidaturas e declarações de prejuízo apresentadas às Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional.
- Os maiores estragos são em culturas temporárias e permanentes, armazéns e outras estruturas agrícolas, máquinas e equipamentos, além de mortes de animais.
- A região Centro é a mais afetada, com danos superiores a 206 milhões de euros; Lisboa e Vale do Tejo apresentam 167 milhões e o Alentejo, 180 milhões.
- Em fevereiro, o Governo estimou prejuízos preliminares de cerca de 500 milhões apenas no setor agrícola.
- Entre 22 de janeiro e 8 de fevereiro, as tempestades provocaram mais de uma dezena de mortos, na maioria por telhados e estruturas danificadas pelo mau tempo.
O mau tempo que atingiu Portugal no início do ano já provocou prejuízos na agricultura superiores a 550 milhões de euros. O valor é fornecido pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e baseia-se nos levantamentos das CCDR. Foram reunidas cerca de 7,7 mil candidaturas e declarações de prejuízo.
Os danos concentram-se em culturas temporárias e permanentes, armazéns, máquinas e equipamentos, além de mortes de animais, segundo o INE. Os dados entraram no âmbito das previsões agrícolas a 30 de abril.
Região Centro é a mais afetada pelo conjunto de tempestades entre 22 de janeiro e 8 de fevereiro, com perdas superiores a 206 milhões de euros. Lisboa e Vale do Tejo somam 167 milhões e o Alentejo totaliza 180 milhões.
Distribuição regional
Em fevereiro, o Governo, através do Ministério da Agricultura e do Mar, avançou com uma estimativa preliminar de prejuízos na ordem dos 500 milhões apenas no setor agrícola. Os números atualizados refletem o impacto agregado a várias regiões.
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