- A demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna, António Pombeiro, desencadeou uma nova crise política e administrativa sobre a gestão da rede SIRESP.
- O CM teve acesso a um email em que o diretor técnico da SIRESP SA, novamente presidida pelo general Paulo Viegas Nunes, tenta adjudicar a empresa da mulher um contrato de 12 mil euros por cinco dias de trabalho em dezembro de 2024.
- O objetivo seria atribuir o contrato à empresa da mulher do diretor técnico da SIRESP SA.
- A vogal financeira da empresa, Nikeba Fernandes, travou o negócio.
- O caso envolve a SIRESP, a gestão da rede de emergências e segurança de Portugal e repercussões em torno da direção da empresa e do ministério.
A demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna, António Pombeiro, acende uma nova crise política e administrativa em torno da gestão da SIRESP – Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal. A mudança acontece numa altura em que a rede está a ser alvo de escrutínio público e institucional.
O CM teve acesso a um email em que o diretor técnico da SIRESP SA, presidida pelo general Paulo Viegas Nunes, tenta adjudicar à empresa da mulher um contrato de 12 mil euros por apenas cinco dias de trabalho, em dezembro de 2024. O objetivo seria a prestação de serviços para a rede, segundo a mensagem.
Nikeba Fernandes, vogal financeira da SIRESP, travou o negócio, impedindo a adjudicação. O episódio ocorre após a demissão de Pombeiro, que abriu espaço para controvérsia sobre a governança da empresa pública de redes de emergência. A situação agrega tensão entre entidades da Administração e a gestão da SIRESP.
Contexto da SIRESP
A disputa envolve a direção da SIRESP SA e o papel dos responsáveis pela gestão financeira. Entre críticas recebidas, pondera-se a necessidade de maior transparência nos processos de contratação para evitar conflitos de interesse. As autoridades não comentaram oficialmente o episódio até ao momento.
Repercussos e próximos passos
A administração pública deve esclarecer as circunstâncias da tentativa de contrato e qualquer eventual influência de interesses privados. Esperam-sewerke esclarecimentos sobre os critérios de adjudicação, os prazos e os fundamentos legais para eventuais negociações futuras.
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