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Porto pretende enterrar a Avenida AEP e criar Distrito Económico em Ramalde

Porto enterra a Avenida AEP para ligar as margens de Ramalde e criar o Distrito Económico e Empresarial, com até 35 mil empregos e até 6 mil habitações

O autarca do Porto, Pedro Duarte
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  • O Porto vai enterrar a avenida da Associação Empresarial de Portugal (AEP) para ligar as duas margens em Ramalde, criando o Distrito Económico e Empresarial do Porto.
  • O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e pelo presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, após reunião com o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas.
  • A Zona Industrial de Ramalde vai sofrer uma reorganização urbana para atrair empresas tecnológicas e serviços, juntando atividade existente a novas utilizações.
  • O projeto prevê até 35 mil novos postos de trabalho e até 6 mil novas habitações para a classe média, com espaços verdes e mobilidade suave.
  • O autarca acredita que o Porto pode tornar-se num hub de empresas tecnológicas e que o distrito dinamizará a Área Metropolitana; ainda não há datas para avançar com o projeto.

O Porto vai enterrar a Avenida da Associação Empresarial de Portugal (AEP) para ligar as duas margens que a via separa em Ramalde. O objetivo é criar o Distrito Económico e Empresarial do Porto.

A proposta foi apresentada pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e pelo presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, após uma reunião de duas horas com o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas.

Luís Montenegro descreveu a reestruturação da Zona Industrial de Ramalde, procurando unir atividades industriais e serviços a novas utilizações, incluindo tecnologia. O governo compara o projeto ao Parque Cidades do Tejo em Lisboa.

Detalhes do projeto

Pedro Duarte revelou que o Distrito Económico e Empresarial do Porto pode criar até 35 mil empregos e até seis mil habitações para a classe média, num espaço que liga as duas margens da zona industrial.

O autarca afirmou que o enterramento da avenida visa gerar um grande parque com espaços empresariais, habitação, serviços e áreas públicas, com prioridade à mobilidade suave e áreas verdes.

O presidente da Câmara do Porto afirmou acreditar que a cidade pode tornar-se num hub de empresas tecnológicas, dinamizando a Área Metropolitana e atraindo investimento neste setor. Não foram dadas datas para o avanço do projeto.

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