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Produção industrial cresce 3,2% em março

Produção industrial aumenta 3,2% em março, com contributos positivos de bens intermédios e investimento e recuo da energia

Produção industrial, armazém, zona euro
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  • O índice de preços na produção industrial subiu 3,2% em março, face a março de 2025, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
  • Todos os grandes agrupamentos contribuíram para a subida, exceto o de energia, que caiu 0,6 pontos percentuais (passou de +7,5% em fevereiro para -3,4% em março).
  • Bens intermédios foi o contributo mais intenso (1,5 p.p.), com uma subida mensal de 4,7% (frente a uma descida de 1,8% no mês anterior).
  • Bens de investimento também contribuíram (1,4 p.p.), com variação de 7,3% (7,3% no mês anterior). A secção das indústrias transformadoras passou de -8,0% em fevereiro para +4,1% em março.
  • Em termos homólogos, o índice cresceu 3,2% em março; excluindo energia, a variação foi de +4,9%. No 1.º trimestre de 2026, a variação face ao mesmo trimestre de 2025 foi nula.

O índice de Preços na Produção Industrial subiu 3,2% em março, face ao mesmo mês de 2025, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE). Todos os agrupamentos registaram variações positivas, exceto o de energia.

A variação mensal também foi de 3,2% em março, após -0,3% em fevereiro. O agrupamento de energia caiu 3,4%, depois de ter aumentado 7,5% em fevereiro, contribuindo negativamente para o índice total.

Entre os grandes agrupamentos, os bens intermédios tiveram o maior contributo (1,5 p.p.), com uma subida mensal de 4,7% após queda de 1,8% no mês anterior. Os bens de investimento contribuíram com 1,4 p.p., com variação de 7,3%.

A secção das indústrias transformadoras passou de uma queda de 8,0% em fevereiro para um ganho de 4,1% em março. Em termos homólogos, o índice anualizou-se em 3,2% em março, enquanto, excluindo energia, a variação foi de 4,9%.

No 1.º trimestre de 2026, o índice agregado registou uma variação nula face ao mesmo período de 2025, contrastando com os 0,6% do trimestre anterior. O INE mantém a leitura de que o dinamismo produtivo continua assimétrico entre energia e restante indústria.

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