- A inflação homóloga acelerou para 3,4% em abril de 2026, o valor mais elevado desde maio de 2024.
- A subida deve-se principalmente ao aumento dos preços dos combustíveis, repetindo a tendência de março.
- A inflação subjacente ficou em 2,2%, mais 0,2 p.p. que no mês anterior.
- O índice de energéticos registou 11,7% (subida significativa face a 5,7% em março).
- O grupo de alimentos não transformados teve variação de 7,5% (7,5% em março).
O Instituto Nacional de Estatística (INE) estima que a inflação homóloga tenha acelerado para 3,4% em abril, o valor mais alto desde maio de 2024. Tal como em março, o aumento dos preços dos combustíveis explica a subida.
Segundo o INE, a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) subiu 0,7 pontos percentuais (p.p.) face a março de 2026. A instituição sublinha que a aceleração é maioritariamente explicada pelo aumento do preço dos combustíveis.
A inflação subjacente registou uma variação de 2,2%, 0,2 p.p. acima de março. O índice dos energéticos subiu para 11,7% (11,7% em abril, 5,7% em março) e o dos alimentos não transformados subiu para 7,5% (6,4% em março).
Energia continua a puxar a inflação
A subida dos preços da energia mantém-se como principal motor do aumento do IPC em abril, de acordo com o INE. O impacto da energia explica parte significativa da variação homóloga.
Entre os componentes, a energia elevou-se mais de 11% em abril, influenciando o agregado de consumo. O grupo de alimentos não transformados também registou aceleração, contribuindo para o patamar de inflação observável.
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