- O cabaz essencial de 63 produtos monitorizado pela Deco Proteste desceu esta semana para 258,52 euros, a primeira queda em sete semanas, com uma quebra de 2,37 euros face à semana anterior.
- Em relação a há um ano, o custo era 19,10 euros menor (7,98% menos custa agora).
- Entre 22 e 29 de abril, os maiores aumentos de preço registaram-se em cereais de fibra (+16% para 4,36 euros), alface frisada (+13% para 2,69 euros) e pão de forma sem côdea (+8% para 2,59 euros).
- O cabaz inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe, com exemplos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
- Desde 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos verificaram-se na carne de novilho para cozer, na couve-coração e nos ovos, com os respetivos aumentos percentuais.
O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco Proteste, desceu esta semana pela primeira vez em sete semanas, para 258,52 euros. A variação face à semana anterior foi de -2,37 euros. A atualização resulta de uma viragem após consecutivos aumentos.
A lista inclui carne, congelados, frutas, legumes, laticínios, mercearia e peixe, com itens como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Evolução de preços e comparação anual
Entre 22 e 29 de abril, os cereais de fibra subiram 16% para 4,36 euros, a alface frisada subiu 13% para 2,69 euros e o pão de forma sem côdea cresceu 8% para 2,59 euros. Em termos anuais, há um ano o cabaz era 19,10 euros mais barato.
Relativamente ao ano passado, as maiores subidas indicam a couve-coração (43%), o robalo (34%) e os brócolos (32%). Desde 05 de janeiro de 2022, os aumentos acumulados destacam-se na carne de novilho para cozer (+124%), na couve-coração (+101%) e nos ovos (+84%).
Contexto de comparação histórica
Em termos históricos, no início de 2022 o cabaz já apontava para custos substancialmente mais baixos, com menos 70,82 euros face ao valor atual, evidenciando a tendência de subida ao longo do tempo. Deco Proteste reforça a monitorização periódica para acompanhar o comportamento de preços.
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