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Governo aumenta limites de contratos por ajuste direto; empreitadas quintuplicam

Governo aumenta limites de ajustes diretos em contratos públicos; bens e serviços até 75 mil euros, empreitadas até 150 mil euros, restantes até 75 mil euros

Conselho de Ministros aprovou reforma na contratação pública
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  • O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, o aumento dos têtos para ajustes diretos em contratos públicos.
  • O tecto para aquisição de bens e serviços por ajuste direto passou de 20 mil euros para 75 mil euros.
  • Para empreitadas, o limite subiu de 30 mil euros para 150 mil euros.
  • Nos restantes contratos, o teto passou de 50 mil euros para 75 mil euros.
  • A notícia foi anunciada pelo ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, na conferência de imprensa pós-Conselho.

O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, o aumento do teto para ajustes diretos nos contratos públicos. O limite máximo para a aquisição de bens e serviços passa de 20 mil euros para 75 mil euros. Nos empreitadas, o teto sobe de 30 mil para 150 mil euros. Em relação aos restantes contratos, o limite aumenta de 50 mil para 75 mil euros.

A mudança altera o enquadramento utilizado pela Administração para contratar com ajuste direto, facilitando operações de maior valor em determinadas situações. O anúncio foi feito pela primeira vez com detalhes sobre os valores, durante a conferência de imprensa realizada após o Conselho de Ministros desta quinta-feira.

Gonçalo Matias, ministro Adjunto e da Reforma do Estado, apresentava os números e confirmou a adoção desta medida pelo Executivo. A decisão visa simplificar procedimentos em contratos de menor complexidade, mantendo, ao mesmo tempo, limites mais amplos para aquisições e obras de menor e média dimensão.

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