- Na sexta-feira haverá nova reunião de patrões, UGT e Governos para discutir banco de horas e jornada contínua.
- A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, disse que estão reunidas as condições para fechar um acordo nos próximos dias, com pequenas afinações em dois ou três temas.
- Os patrões consideram a proposta em cima da mesa muito próxima do que é possível.
- A UGT afirma que o acordo ainda está longe de ser alcançado.
- O objetivo é chegar a um entendimento sobre o pacote laboral nas próximas jornadas de negociação.
Na sexta-feira realiza-se uma nova reunião de patrões, UGT e Governo para discutir o pacote laboral, com foco no banco de horas e na jornada contínua, sem alterações significativas anunciadas até ao momento. A reunião prolonga o debate em torno das regras laborais em Portugal.
A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, indicou que as condições estão reunidas para fechar um acordo nos próximos dias, apontando apenas pequenas afinações em dois ou três temas. As declarações foram interpretadas pelos interlocutores como sinal de avanço no processo.
Os patrões consideram a proposta em vigor muito próxima do que é possível, segundo fontes oficiais. Em contraponto, a UGT sustenta que ainda existe um caminho considerável pela frente para chegar a um acordo.
Perspetivas do acordo
A reunião marcada para esta sexta-feira envolve, pela parte patronal, a UGT e o Governo e pretende definir os contornos finais do pacote laboral. O foco continua no banco de horas e na implementação de uma administração de jornada contínua, com impacto nos acordos coletivos.
As discussões decorrem numa fase em que as partes procuram consolidar consensos sobre mecanismos de flexibilização e cumprimento de imposições legais. O desfecho permanece dependente de ajustes finos em temas ainda não detalhados.
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