- O cabaz alimentar monitorizado pela Deco PROteste atingiu novo máximo de 254,99 euros, registando um aumento de 0,60 euros face à semana anterior.
- Desde o início do ano, comprar este cabaz de 63 produtos custa mais 13,17 euros.
- A cesta inclui carne, congelados, frutas e legumes, lacticínios, mercearia e peixe.
- Entre 25 de março e 1 de abril, os maiores aumentos foram carapau (29%), tomate chucha (24%) e couve-flor (17%).
- Desde 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais ocorreram na carne de novilho para cozer (124%), couve-coração (109%) e ovos (84%).
O cabaz alimentar monitorizado pela Deco PROteste atingiu um novo máximo de 254,99 euros. O cabaz de 63 produtos, que inclui carne, congelados, frutas e legumes, lacticínios, mercearia e peixe, subiu 0,60 euros face à semana anterior. Este é o valor mais alto registado desde o início da monitorização, em 2022.
Desde o início do ano, comprar este cabaz ficou mais caro em 13,17 euros. Em comparação com o mesmo período de 2024, o aumento já é superior a 16 euros. Em relação a 2022, o cabaz custa 67,29 euros a menos hoje.
Entre os itens incluídos estão peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga. O cabaz serve de referência para o custo de alimentação básica.
Entre 25 de Março e 1 de Abril, os maiores aumentos foram carapau (29%), tomate chucha (24%) e couve-flor (17%). Desde 5 de Janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais ocorreram na carne de novilho para cozer (124%), couve-coração (109%) e ovos (84%).
Tendência de preços ao longo do tempo
O monitorizador aponta que o cabaz tem registado variações semanais, mantendo-se acima de 250 euros desde o início de 2024. A Deco PROteste reforça a importância de acompanhar a evolução dos preços para consumidores.
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